Resumo
Objetivo: Relatar e comparar métodos contraceptivos (progestágenos), seus tipos e vias de administração relacionando-as com incidência de osteopenia. Detalhamento de caso: Trata-se de um relato de caso, onde uma paciente de 34 anos, em seguimento devido a NIC 2/3, sem fatores de risco de fraturas, sem comorbidades, em uso de prolongado (14 anos), de acetato de medroxiprogesterona. Devido a este fato, foi investigado osteoporose por meio de densitometria óssea. Obteve-se como resultado da densitometria, osteopenia, isso se deve principalmente devido ao hipoestrogenismo causada por uso prolongado de progesterona isolada, causando então um bloqueio no eixo, levando em consideração que o estrogênio tem efeito protetor de massa óssea, por inibir sua reabsorção. Outros Fatores de risco evidenciado também são, estilo de vida, como sedentarismo e alimentação copiosa. Considerações finais: Considera-se que uso de progestagenos isolados, em específico uso injetável é um grande fator de risco para desenvolvimento de osteoporose. Porém o mesmo não acontece com progestágenos via oral ou implantes.
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