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Epidemiologia e tratamento da Esofagite Eosinofílica: uma revisão narrativa
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Palavras-chave

Esofagite eosinofílica
Gastroenterologia
Diagnóstico

Como Citar

Epidemiologia e tratamento da Esofagite Eosinofílica: uma revisão narrativa. (2022). Revista Eletrônica Acervo Médico, 3, e9689. https://doi.org/10.25248/reamed.e9689.2022

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Resumo

Objetivo: Revisar de forma didática a abordagem geral da Esofagite Eosinofílica (EEo), discutindo desde a epidemiologia até o tratamento. Revisão bibliográfica: A doença é caracterizada pelo acúmulo de eosinófilos no esôfago e possui maior incidência nos adultos. A fisiopatologia da EEo está ligada a fatores genéticos, ambientais e alérgenos, que atraem eosinófilos e linfócitos T para a região. As células T helper 2 são estimuladas a produzirem interleucinas, as quais ativam eosinófilos e estimulam produção de eotaxina-3 e redução da produção de filagrina e desmogleína 1, enfraquecendo a barreira epitelial e facilitando a inflamação. Crianças possuem dificuldade de crescimento e ganho de peso, enquanto adultos possuem disfagia, regurgitação e plenitude. O diagnóstico se dá pela presença de 15 eosinófilos em pelo menos uma das seis amostras de biópsias esofagianas realizadas por via endoscópica. A primeira linha de tratamento é usada com Inibidores da Bomba de Prótons e corticosteroides, junto com dietas. A dilatação mecânica por endoscopia e o uso de biológicos faz-se necessário quando o paciente não responde a terapia. Considerações finais: A EEo ainda é uma enfermidade de difícil diagnóstico com presença de sintomas confundidos com Doença do Refluxo Gastroesofágico. Quando presente deve ser rapidamente tratada, evitando complicações.

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