Resumen
Objetivo: Realizar una revisión de los principales artículos disponibles sobre el uso de la Toxina Botulínica en el tratamiento del Bruxismo, discutiendo sus principales características, su enfrentamiento y destacando el papel de la odontología en la aplicación de dicha toxina. Revisión bibliográfica: El bruxismo es un hábito parafuncional, donde el apretamiento, rozamiento o fricción de los dientes se produce por la ocurrencia de contacto oclusal de forma estática o dinámica, asociado a momentos no relacionados con la masticación o deglución. Tiene una etiología multifactorial, requiriendo un diagnóstico precoz, minimizando las acciones clínicas deletéreas y los síntomas asociados. El enfrentamiento hace de forma multidisciplinar, destacando el papel de la odontología que ha puesto a disposición la aplicación de Toxina Botulínica formada a partir de esporas del microorganismo denominado Clostridium Botulinum, con uso terapéutico estudiado desde la década de los 70. Consideraciones finales: Si bien la eficacia de la toxina sigue siendo controvertido, ha habido una mejoría en el estado de los pacientes tratados con Toxina Botulínica. Se observa que siempre se deben seguir los protocolos de indicación terapéutica, evaluando el riesgo y beneficio de su aplicación.
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