Resumo
Objetivo: Analisar as estratégias nutricionais para o controle da encefalopatia urêmica na Doença Renal Crônica. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa, realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e Science Direct, a partir dos seguintes descritores: ‘’Uremia”, “Doença Renal Crônica”, “Toxinas Urêmicas" e “Nutrição” que compuseram o corpus desta investigação com amostra final de 20 artigos científicos, publicados nos últimos 10 anos. Resultados: Para o manejo correto das toxinas urêmicas, devem ser utilizadas diversas estratégias nutricionais para o controle cognitivo, sejam elas dietas com baixo teor de proteínas com cetoanálogos de aminoácidos essenciais, adoção de padrões alimentares: mediterrânea, Plant Based, Dietary Approach to Stop Hypertension (DASH) e vegetariana/vegana, utilização de probióticos e prebióticos e até mesmo, alimentos funcionais, na qual com associação na modificação do estilo de vida e comportamento alimentar, promove uma desaceleração da taxa de progressão da doença, controle dos sinais e sintomas da uremia, diminuição dos marcadores inflamatórios e adequação do estado nutricional. Considerações finais: Portanto, as estratégias nutricionais são efetivas no controle da diminuição das toxinas urêmicas, possuindo impacto na qualidade de vida e longevidade do enfermo que possui a doença renal crônica.
