Resumen
Objetivo: Comprender las razones y los riesgos de las prescripciones de medicamentos off-label en pediatría. Revisión bibliográfica: La práctica de medicamentos off-label en población infantil se ha intensificado en los últimos tiempos, dados los pocos estudios dirigidos a este público. Los medicamentos se recetan con base en experiencias y protocolos pediátricos, pero aún genera inseguridad frente a su uso cotidiano en la práctica médica. Además, los niños no son pequeños adultos. Existen importantes variaciones metabólicas y de distribución tisular orgánica. Estas diferencias afectan la farmacodinámica y la farmacocinética de los fármacos. Además, el riesgo de usar medicamentos distintos a los recomendados en el prospecto puede generar problemas que van desde la inseguridad para el paciente hasta efectos adversos toxicológicos e indeseables. Sin embargo, a pesar del arsenal terapéutico actual, su uso puede ser necesario, con una evaluación de la relación costo-beneficio para el paciente. Consideraciones finales: Debido a la falta de estudios en población infantil, se utilizan varios fármacos sin eficacia comprobada, para determinadas situaciones en la práctica médica, lo que permite al médico prescribir la medicación que considere necesaria para traer un beneficio a su paciente.
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