Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Diferenças sexuais a respostas vacinais: uma revisão narrativa
PDF

Palavras-chave

Vacinas
Gêneros
Resposta imunológica
Efeitos adversos

Como Citar

Diferenças sexuais a respostas vacinais: uma revisão narrativa. (2022). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 15(11), e11308. https://doi.org/10.25248/reas.e11308.2022

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Analisar por meio de uma revisão narrativa as diferenças sexuais das respostas vacinais. Revisão bibliográfica: A vacina é usada em escala global com o intuito de prevenir casos graves de doenças imunoinfecciosas e garantir uma qualidade de vida a toda a população. Existem diversos tipos de vacinas que são eficazes contra patologias virais e bacterianas ofertadas em diferentes sistemas de saúde. Seu benefício é comprovado em diversos estudos e são poucos os efeitos adversos que podem ser geradas após a imunização. Sabe-se que ela pode se comportar diferentemente em variados fatores como sexo, idade, populações especiais e modulações genéticas que influenciam na capacidade de criar uma resposta imune adequada. Considerações finais: As reações imunológicas a vacinas em mulheres são mais robustas em algumas vacinas virais, e em alguns homens elas podem se manifestar diferente. O entendimento das diferentes reações às vacinas entre os sexos é de suma importância para a profissionais da saúde e futuros profissionais, uma vez que existe um aumento progressivo do medo e da descrença populacional em relação às vacinas e sua segurança.

PDF

Referências

ANGSANTIKUL P, et al. Toxoid Vaccination Against Bacterial Infection Using Cell Membrane-Coated Nanoperticles. Bioconjugate Chemistry, 2021; 3(29): 604 – 612.

APS L, et al. Eventos adversos de vacinas e as consequências da não vacinação: uma análise crítica. Rev Saude Publica, 2018; (52): 40.

AVILA AV, et al. Linfocitos B, estrógenos y progesterona. Revista Bioquímica y Patología Clínica, 2021; 83(2): 36–43.

BOUSADA GM, PEREIRA EL. Produção de vacinas virais parte 1: engenharia de bioprocessos. Revista da universidade Vale do Rio Verde, 2017; 15(1): 309-332.

BRASIL. Secretaria de Vigilância em Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Protocolo de vigilância epidemiológica e Sanitária de eventos adversos pós-vacinação. 2020. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_epidemiologica_eventos_vacinacao_4ed.pdf. Acessado em: 23 de setembro de 2022.

BRASIL. Situação epidemiológica dos eventos adversos pós-vacinação contra a covid-19. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2021/boletim_epidemiologico_svs_9-1.pdf. Acessado em: 23 de setembro de 2022.

CHAGAS SR, et al. Vacinas e suas reações adversas: revisão. PUBVET,2019; 13(8): 1-14.

CLEM AS. Fundamentals of vaccine immunology. J Glob Infect Dis, 2011; 3(1):73-8.

CORDA V, et al. COVID-19 vaccine: the gender disparity. Journal of Perinatal Medicine,2021; 49(6): 723–724.

DHAKAL S, KLEIN SL. Host Factors Impact Vaccine Efficacy: Implications for Seasonal and Universal Influenza Vaccine Programs. American Society for Microbiology, Journal of Virology, 2019; 93(21): e00797-19.

DREHMER MN, et al. BAFF Expression is Modulated by Female Hormones in Human Immune Cells. Biochem Genet, 2016; 54(5): 722-30.

ENGLER RJ, et al. Walter Reed Health Care System Influenza Vaccine Consortium Half-vs full-dose trivalent inactivated influenza vaccine (2004-2005): Age, dose, and sex effects on immune responses. Arch Intern Med, 2008; 168(22): 2405-14.

FATHI A, et al. Sex Differences in Immunity: Implications for the Development of Novel Vaccines Against Emerging Pathogens. Frontiers in Immunology, 2021; 11(601170).

HIMMELSTEIN MS, SANCHEZ DT. Masculinity impediments: Internalized masculinity contributes to healthcare avoidance in men and women. Journal of health psychology, 2016; 21 (7): 1283-1292.

JENSEN A, et al. COVID-19 vaccines: Considering sex differences in efficacy and safety. Contemporary Clinical Trials, 2022; 115(106700).

JIA S, et al. Precision immunization: a new trend in human vaccination. Human Vaccines & immunitherapeutics, 2020; 16(3): 513–522.

KLEIN SL, et al. Sex-based differences in immune function and responses to vaccination. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, 2015; 109(1): 9-15

KLEIN SL, et al. The Xs and Y of immune responses to viral vaccines. The Lancet infectious diseases, 2010; 10(5): 338-349.

KLEIN SL, FLANAGAN KL. Sex differences in immune responses. Nature Reviews Immunology, 2016; 16 (10): 626-638.

KLEIN SL. Sex influences immune responses to viruses, and efficacy of prophylaxis and therapeutic treatments for viral diseases. Bioessays, 2012; 34(12): 1050 – 1059.

KOVATS S. Estrogen receptors regulate an inflammatory pathway of dendritic cell differentiation: mechanisms and implications for immunity. Horm Behav, 2012; 62(3): 254 –262.

LIMA SMRR. Considerações sobre hormônios e sexo. Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa, 2021. São Paulo; 66:e015.

MAYER RL, IMPENS F. Immunopeptidomics for next-generation bacterial vaccine development. Trends in microbiology, 2021; 29(11): 1034-1045

MENNI C, et al. Vaccine side-effects and SARS-CoV-2 infection after vaccination in users of the COVID Symptom Study app in the UK: a prospective observational study. The Lancet Infectious Diseases, 2021; 21(7): 939-949.

MORILLA JL, et al. A importância do conhecimento sobre as vacinas e o impacto na cobertura vacinal. Revista de atenção à saúde, 2021; 19 (67): 175-188.

MOURA ADA, et al. Avaliação da Vigilância dos Eventos Adversos Pós-Vacinação em um estado do nordeste brasileiro. Brazilian Journal of Health Review, 2020. 3(6): 16978-16793

ROVED J, et al. Sex differences in immune responses: Hormonal effects, antagonistic selection, and evolutionary consequences. elsevier, 2017; 88: 95–105.

RUGGIERI A, et al. The influence of sex and gender on immunity, infection and vaccination. Ann Ist Super Sanità, 2016; 52(2): 198-204

SALEH A, et al. Vaccine development trought history. Cureus, 2021; 13 (7): e16635.

SATO A, et al. Uso de registro informatizado de imunização na vigilância de eventos adversos pós-vacina. Revista de Saúde Pública, 2018; 52(4).

SHIMABUKURO TT, et al. Reports of anaphylaxis after receipt of mRNA COVID-19 vaccines in the US, 2021; 325(11): 1101-1102.

SILVA ALD, et al. Vacinas: da criação revolucionária ao polêmico movimento de rejeição. Rev. Saúde Col. UEFS,2021; 11(2): e5724.

TAN IJ, et al. Hormonal Modulation of the Immune System – A Spotlight on the Role of Progestogens. Autoimmunity reviews, 2015; 14: 536-42.

VASCONCELOS MMR, et al. Análise das ocorrências de eventos adversos pós-vacinação. Glob Acad Nurs, 2020; 1(3): e48.

VILANOVA M. Vacinas e imunidade, prevenção de doenças infecciosas. Revista de ciência elementar, 2020; 8(2): 21-25.