Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Percepção das primigestas sobre a importância do aleitamento materno exclusivo na assistência de enfermagem
PDF

Palavras-chave

Primigesta
Aleitamento Materno Exclusivo (AME)
Enfermeiro

Como Citar

Percepção das primigestas sobre a importância do aleitamento materno exclusivo na assistência de enfermagem. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(6), e12047. https://doi.org/10.25248/reas.e12047.2023

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Investigar a percepção das primigestas sobre a importância do Aleitamento Materno Exclusivo (AME) na assistência de enfermagem durante a consulta de pré-natal. Métodos: Pesquisa de caráter descritiva e exploratória, com uma abordagem qualitativa, realizada com 20 primigestas no período de março a abril de 2022, utilizou-se um questionário semiestruturado, contendo quatro (4) perguntas abertas de aplicação individual e as respostas foram gravadas com o consentimento das entrevistadas, de acordo com as normas éticas em pesquisa. Resultados: As primigestas relataram algum entendimento sobre o AME, porém no que diz respeito as práticas educativas em saúde e políticas de apoio no incentivo ao AME, não foram realizadas essas orientações durante as consultas de pré-natal pelo enfermeiro. Conclusão: Foi possível perceber o quanto é importante à prática e o incentivo ao AME até o sexto mês de vida do bebê. No entanto é necessário que haja uma excelente orientação acerca do manejo correto da amamentação por parte do profissional enfermeiro.

PDF

Referências

ALBUQUERQUE IA e SANTOS WL. Análise da orientação recebida pela primigesta na atenção básica sobre amamentação. Rev Inic Cient Ext., 2018; 1(Esp): 143-7.

BARDIN L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011; 47p.

BARBOSA DRF e REIS RP. O enfermeiro no incentivo ao aleitamento materno. Recife, Rev. Eletr. Estácio, 2020; 6: 1-10.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução N° 466 de 12 de dezembro de 2012.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança aleitamento materno e alimentação complementar. - 2. Ed.- Brasília: Ministério da Saúde, 2015.

BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres/ Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Bases para a discussão da Política Nacional de Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em:<https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/bases_discussao_politica_aleitamento _materno.pdf>. Acessado em: 22 de agosto de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Governo expande metas de atenção à saúde infantil. 2016. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/saude/2016/10/governo-expande-metas-de-atencao-a-saude-infantil>. Acessado em: 12 de setembro de 2021.

COSTA SC, et al. A Prática do Aleitamento Materno na Percepção de Mulheres Primigestas. Erechim, Rev. Vivências, 2019; 15: 289-310.

DIAS LMO, et al. Influência familiar e a importância das políticas públicas de aleitamento materno. Revista Saúde em Foco – Edição nº 11 – Ano: 2019.

MINAYO MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 13. Ed., São Paulo: Hucitec, 2013.

NASCIMENTO LCC. A importância das políticas públicas de incentive ao Aleitamento materno exclusivo em lactentes na Atenção Básica: uma revisão integrativa. Research Society and Development, 2022; 11(11): e83111133272.

PALHETA QAF e AGUIAR MFR. Importância da assistência de enfermagem para a Promoção do aleitamento materno. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, 2021; 8: e5926.

NELAS P, et al. Dificuldades na amamentação no primeiro mês de vida: impacto dos contextos de vida. International Journal Of Developmental and Educational Psychology. Revista Infad de Psicología, 2017; 3: 183-191.

ROBLES CS. Políticas Públicas a favor do Aleitamento Materno. Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Nutrição, Centro Universitário IBMR/Laureate International Universities. Rio de Janeiro, 2017; 62 p.

SANTOS F, et al. A importância do enfermeiro na orientação da amamentação no puerpério imediato – Revisão integrativa. Journal of Health Connections, 2018; 10: 620.

SARDINHA DM. et al. Promoção do aleitamento materno na assistência pré-natal pelo enfermeiro. Recife, Revista de Enfermagem UFPE On Line, 2019; 12(3): 852-7.

SILVA MA. Aleitamento materno exclusivo: uma análise dos seis primeiros meses de vida. Research Society and Development, 2022; 11(8): e11511830571.

SILVA MN e SANTOS FR. A efetividade das orientações de enfermagem na consulta de pré-natal para aleitamento materno exclusivo. Parintins/Amazonas, 2017.

SOUSA FLL, et al. Benefícios do aleitamento materno para a mulher e o recém-nascido. Research Society and Development, 2021; 10(2): e12710211208.