Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Deterioro clínico en pacientes traumáticos
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Deterioro clínico
Paro cardiaco
Trauma múltiple
Atención de traumatismos de tránsito

Cómo citar

Deterioro clínico en pacientes traumáticos. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(7), e12142. https://doi.org/10.25248/reas.e12142.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Estimar la incidencia del deterioro clínico y sus factores relacionados. Métodos: Se trata de un estudio con enfoque cuantitativo, longitudinal y observacional. Realizado en un gran hospital, que brinda atención de urgencia y emergencia, con enfoque en traumatología. La investigación siguió todas las normas de la Resolución 466/2012 y todos los participantes de la investigación firmaron el Término de Consentimiento y Libre Aclaración. Resultados: La muestra del estudio estuvo constituida por 346 víctimas de trauma, de las cuales 23 presentaron empeoramiento clínico y cinco fallecieron. La tasa de incidencia de deterioro clínico en pacientes traumatizados fue de 66,5 por mil pacientes. Encontró una relación estadísticamente significativa entre el deterioro clínico y la duración de la estancia; mediana de días de la semana de práctica de actividad física; presencia de comorbilidades; el mecanismo del trauma y el resultado del caso. Conclusión: Los hallazgos demuestran la importancia del reconocimiento temprano del deterioro clínico, ya que la toma de decisiones sobre el agravamiento del cuadro clínico contribuirá a aumentar la sobrevida de las víctimas de trauma.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ACSQHC. AUSTRALIAN COMMISSION ON SAFETY AND QUALITY IN HEALTH CARE. National Consensus Statement: Essential elements for recognising and responding to acute physiological deterioration, 3nd ed., Sydney: ACSQHC, 2021, 24 p.

ATLS. Advanced Trauma Life Support for Doctors. 10. ed. Chicago: Committee on Trauma, 2018, 474 p.

AUGUSTO V, et al. Incapacidade em trabalhadores com lesões musculoesqueléticas de membros superiores atendidos num centro de reabilitação. REFACS, 2018; 6(2): 563-570.

BANNARD-SMITH J, et al. Clinical outcomes of patients seen by Rapid Response Teams: A template for benchmarking international teams. Resuscitation, 2016; 107: 7–12.

BATISTA DVA, et al. Fatores associados ao tempo da morte de vítimas de trauma: estudo de coorte retrospectivo. Revista de Enfermagem da UFSM, 2021; 11: 1-19.

BARRETO MS, et al. Envelhecimento populacional e doenças crônicas: Reflexões sobre os desafios para o Sistema de Saúde Pública. Revista Kairós-Gerontologia, 2015; 18(1): 325–339.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem: princípios e diretrizes. Brasília-DF, 2009. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_atencao_homem.pdf. Acessado em: 18 de dezembro de 2021.

CARVALHO FFB. Recomendações de atividade física para a saúde (pública): reflexões em busca de novos horizontes. ABCS Health Sci, 2019; 44(2): 131-137.

CAVALCANTI CDAK, et al. O cuidado de enfermagem a vítimas de traumas múltiplos: uma revisão integrativa. UNOPAR Cient Ciênc Biol Saúde, 2013; 15(1): 81-8.

CLEGG A, et al. Frailty in elderly people. Lancet, 2013; 381(9868): 752-62.

CHUMPAWADEE U, et al. Factors related to motorcycle accident risk behavior among university students in northeastern Thailand. Southeast Asian J Trop Med Public Health, 2015; 46(4): 805-21.

DAMASCENO IS, et al. Caracterização clínica e epidemiológica de pacientes vítimas de acidentes motociclísticos. Enfermagem em Foco, 2018; 2(9): 13-17.

DIAS AO, et al. Critical incidents as perceived by rapid response teams in emergency services. Rev Esc Enferm USP, 2020; 54: e03595.

FRANZON A, et al. Um estudo sobre os fatores que levam os motociclistas à acidentes de trânsito na cidade de Umuarama. Akrópolis Umuarama, 2013; 21(1): 43-54.

FLUETTI MT, et al. Síndrome da fragilidade em idosos institucionalizados. Bras. Geri Gerontol., 2018; 21(1): 62-71.

GERRY S, et al. Early warning scores for detecting deterioration in adult hospital patients: systematic review and critical appraisal of methodology. BMJ, 2020; 369:m1501.

GUZMAN-MARTINEZ AM, et al. Morbidity and mortality of Hispanic trauma patients with diabetes mellitus. Eur J Trauma Emerg Surg., 2020; 46(4):887-893.

KALIL FILHO R, et al. Epidemiologia da Parada Cardiorrespiratória e Apresentação da Diretriz. In: BACAL F, et al. Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2019. Arq Bras Cardiol., 2019; 113(3): 449-663.

KRONICK SL, et al. Part 4: systems of care and continuous quality improvement. 2015 American Heart Association Guidelines Update for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation, 2015; 132(18 suppl): S397-S413.

LAVOIE P, et al. Defining patient deterioration through acute care and intensive care nurses' perspectives. Nurs Crit Care, 2016; 21(2): 68-77.

MANSO MEG, et al. Impacto do exercício físico em idosos com baixo peso: uma abordagem focada na sarcopenia. PAJAR, 2019; 7(2): e33308.

MEZZAROBA AL, et al. Avaliação de 5 anos de atuação de um time de resposta rápida liderado por médico intensivista em hospital universitário. RevBras Ter Intensiva, 2016; 28(3): 278-284.

MIRANDA JOF, et al. Tradução e adaptação de um escore pediátrico de alerta precoce. Rev Bras Enf., 2016; 69(5): 888-96.

MONTEIRO CSG, et al. Características de acidentes e padrões de lesões em motociclistas hospitalizados: estudo retrospectivo de emergência. Acta Paul Enferm., 2020; 33: 1-8.

NASCIMENTO JSG, et al. Poder preditivo de uma escala de alerta precoce para deterioração clínica de pacientes críticos. Rev. Enferm. UFSM, 2020; 10(e5): 1-15.

OFFNER PJ, et al. Implementation of a rapid response team decreases cardiac arrest outside of the Intensive Care Unit. J Trauma, 2007; 5(62): 1223-38.

OLIVEIRA APA, et al. National Early Warning Score 2: adaptação transcultural para o português do Brasil. Rev Gaúcha Enferm., 2020; 41: e20190424.

OMS. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Diretrizes da OMS para atividade física e comportamento sedentário: num piscar de olhos [WHO Guidelines on Physical Activity and Sedentary Behaviour: at a glance]. Genebra: Organização Mundial da Saúde; 2020.

PAIVA L, et al. Qualidade de vida na perspectiva de vítimas de traumas múltiplos e seus familiares. Revista Enfermagem UERJ, 2012; 20(4): 507-512.

PARREIRA JG, et al. Análise comparativa das características do trauma entre pacientes idosos e não idosos. Rev Assoc Med Bras., 2010; 56(5): 541–6.

PAULO GML, et al. Trauma: característica sociodemográficas das vítimas e aspectos clínicos-assistenciais de sua ocorrência em hospital de urgência. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(10): e8683.

QUEIROZ AS e NOGUEIRA LS. Percepção de enfermeiros sobre a qualidade do Time de Resposta Rápida. Rev Bras Enferm., 2019; 72(Suppl 1): 228-34.

ROCHA HAL, et al. Effectiveness of rapid response teams in reducing intrahospital cardiac arrests and deaths: a systematic review and meta-analysis Rev Bras Ter Intensiva, 2018; 30(3): 366-375.

ROYAL COLLEGE OF PHYSICIANS. National Early Warning Score (NEWS) 2: Standardising the assessment of acute-illness severity in the NHS. Updated report of a working party. London: RCP, 2017.

SANTOS MAS, et al. Assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado. Ciências Biológicas e de Saúde Unit, 2018; 4(2): 11-22.

SILVA LAP, et al. Análise retrospectiva da prevalência e do perfil epidemiológico dos pacientes vítimas de trauma em um hospital secundário. Rev Med., 2017; 96(4): 246-54.

SILVA LB, et al. Trauma por acidentes de motocicleta na percepção do acidentado. Rev enferm UFPE, 2021; 15(2): e247474.

SPIRDUSO WW e CRONIN DL. Exercise dose-response effects on quality of life and independent living in older adults. Med Sci Sports Exerc., 2001; 33(6 Suppl): S598-608.

SPROGIS SK, et al. Use of the pre-medical emergency team tier of rapid response systems: A scoping Review. Intensive and Critical Care Nursing, 2021; 65: 103041.

SUNG J, et al. Admission Hyperglycemia Is Predictive of Outcome in Critically ill Trauma Patients. J Trauma, 2005; 5(58): 921–24.

TIRKKONEN J, et al. Factors associated with delayed activation of medical emergency team and excess mortality: an Utstein-style analysis. Resuscitation, 2013; 84(2): 173-8.

VAN DEN BERGHE G, et al. Intensive Insulin Therapy in Critically ill Patients. N Engl J Med, 2001; 19(345): 1359–67.

WHITEMAN C, et al. Major Trauma and the Elder West Virginian: a six-year review at a Level I Trauma Center. W V Med J, 2016; 112: 94-99.

YENDAMURI S, et al. Admission Hyperglycemia as a Prognostic Indicator in Trauma. J Trauma, 2003; 1(55): 33–8.