Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Percepção dos profissionais de saúde quanto à administração de imunobiológicos em serviço de emergência
PDF

Palavras-chave

Profissionais de saúde
Vacinas
Emergência

Como Citar

Percepção dos profissionais de saúde quanto à administração de imunobiológicos em serviço de emergência. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(4), e12463. https://doi.org/10.25248/reas.e12463.2023

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Identificar a percepção dos profissionais de saúde quanto à administração das vacinas antirrábica e antitetânica no serviço de emergência. Métodos: Trata-se de um estudo transversal e descritivo, com abordagem quantitativa, em que foram considerados profissionais de saúde que atuam com imunobiológicos no cenário de emergência de um hospital público do Distrito Federal. A amostra foi obtida e recrutada por conveniência. Assim, participaram desta pesquisa 42 profissionais. Resultados: Não foram observadas fragilidades na manutenção da rede de frio, porém, os profissionais não se consideram capacitados, existindo a falta de treinamento. Além disso, acreditam que a emergência não é um local ideal para administração de imunobiológicos. Conclusão: A partir deste estudo, foi possível identificar que as recomendações do Ministério da Saúde estão em conformidade com a prática de conservação de vacinas. Contudo, apontou deficiências que podem interferir na efetividade da administração de imunobiológicos. Diante disso, urge a necessidade de planejar e executar ações efetivas capazes de superar as dificuldades encontradas.

PDF

Referências

ARANDA CMSS e MORAES JCC. Rede de frio para a conservação de vacinas em unidades públicas do Município de São Paulo: Conhecimento e prática. Revista Bras. Epidemiologia [Internet], 2006; 2: 172-185.

ARAÚJO ACM, et al. Avaliação da Rede de Frio do Programa Municipal de Imunização do Distrito Sanitário IV do Município do Recife. Revista APS, 2009; 3: 238-242.

AZEVEDO ALCS, et al. Organização de serviços de emergência hospitalar: uma revisão integrativa de pesquisas. Rev. Eletrônica Enfermagem [Internet], 2010; 4: 736-45.

BAGGIO MA, et al. Compreendendo as dimensões de cuidado em uma unidade de emergência hospitalar. Rev. Bras. Enfermagem [Internet], 2008; 5: 552-7.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Imunizações 30 anos/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde – Brasília: Ministério da Saúde [Internet]. Junho de 2003.

BRASIL. Decreto 7.508, de 28 de junho de 2011. Dispõe sobre a organização do Sistema Único de Saúde – SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providencias [Internet]. Junho de 2011.

BRASIL. Resolução 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos [Internet]. Dezembro de 2012.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento das doenças Transmissíveis. Manual de rede de frio do Programa Nacional de Imunizações. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde [Internet], 2013.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução 510, de 07 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais [Internet], 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Internet], 2018.

FOSSA AM, et al. Conservação e administração de vacinas: a atuação da enfermagem. Revista saúde em revista [Internet], 2015; 15: 85-96.

HOMMA, A, et al. Atualização em Vacinas, imunizações e inovação tecnológica. Ciência em saúde coletiva, 2011; 16: 445-458.

KOEHLER MC. O calendário de vacinação brasileiros e as estratégias para imunização da população. Rio de Janeiro: CDEAD/ENSP/EPSJV. Editora: Fiocruz [Internet], 2017; 47-78.

LUIZA VL e GONÇALVES CBC. A Prescrição Medicamentosa. In: Fuchs FD, Wannmacher L, Ferreira MBC, eds. Farmacologia clínica. Fundamentos da terapêutica racional. 3 ed. RJ: Guanabara Koogan, 2004; 86p.

MANIAS E, et al. Interventions to reduce medication errors in adult intensive care: a systematic review. Br. J. Clin. Pharmacology [Intenet], 2012; 3:411-23.

OLIVEIRA VCO, et al. A conservação de vacinas em unidades básicas de saúde de um município da região centro-oeste de minas gerais. Revista Mineira de Enfermagem, 2009; 2: 209-2014.

OLIVEIRA VCO, et al. Supervisão de enfermagem em sala de vacina: a percepção do enfermeiro. Revista Texto Contexto Enfermagem, 2013; 4: 1015-1021.

OLIVEIRA VCO, et al. A percepção da equipe de enfermagem sobre a segurança do paciente em sala de vacinação. Revista Cuidarte, 2019; 1: e590.

PEREIRA MAD e BARBOSA SRS. O cuidar de enfermagem na imunização: os mitos e a verdade. Revista Meio Ambiente Saúde, 2007; 1: 76-88.