Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Perfil sociodemográfico y obstétrico de mujeres embarazadas con sífilis cuyas parejas sexuales recibieron tratamiento
PDF (portugués (Brasil))

Archivos suplementarios

Arquivo Suplementar (portugués (Brasil))

Palabras clave

Atención prenatal
Mujer embarazada
Sífilis
Pareja sexual

Cómo citar

Perfil sociodemográfico y obstétrico de mujeres embarazadas con sífilis cuyas parejas sexuales recibieron tratamiento. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(7), e12964. https://doi.org/10.25248/reas.e12964.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Describir el perfil sociodemográfico y obstétrico de gestantes con sífilis cuyas parejas sexuales fueron atendidas. Métodos: Se trata de un estudio transversal y descriptivo. Realizado en 12 Unidades de Atención Primaria de Salud de la ciudad de Fortaleza. La población estudiada fueron gestantes con sífilis, que estuvieran en control prenatal desde el año 2021 hasta octubre del 2022. La recolección de datos se realizó de agosto a octubre del 2021. Se incluyeron 53 gestantes, todas mujeres que tenían pareja sexual al momento del diagnóstico y se sometió a tratamiento para la sífilis. Los datos se recogieron a partir de un cuestionario. El análisis estadístico se realizó utilizando el Paquete Estadístico para el programa de Ciencias Sociales. Resultados: La mayoría de las gestantes tenían más de 20 años al momento de la entrevista, predominó el color moreno autorreferido, 39 (73,3%) dijeron no tener trabajo remunerado. En cuanto a la escolaridad, 32 (60,4%) tenían sólo la enseñanza básica completa. Conclusión: Se observó la importancia del compañero en la adherencia al tratamiento, ya que él también es responsable por el vínculo de la gestante con el servicio de salud, pudiendo contribuir con su presencia o hacer inviable el tratamiento en su ausencia.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BLENCOWE H, et al. Lives saved tool supplement detection and treatment of syphilis in pregnancy to reduce syphilis related stillbirths and neonatal mortality. Rev. BMC Public Health, 2011; 3: 1-16.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI). Boletim Epidemiológico – Sífilis. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2022/boletim-epidemiologico-de-sifilis-numero-especial-out-2022/view. Acessado em: 29 de janeiro de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de controle das doenças sexualmente transmissíveis. 4ª ed. Ministério da Saúde. 2006. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_controle_das_dst.pdf. Acessado em: 4 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento (PHPN). Portaria no 569. 2000. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2000/prt0569_01_06_2000_rep.html. Acessado em: 20 de janeiro de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Brasília: Ministério da Saúde 2022.

Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wpontent/uploads/2020/08/pcdt_ist_final_revisado_020420.pdf. Acessado em: 10 de dezembro de 2022.

CAMPOS ALA, et al. Sífilis em parturientes: aspectos relacionados ao parceiro sexual. Rev Bras Ginecol Obstet., 2012; 9: 397-402.

CANTO SVE, et al. Custo das internações hospitalares por sífilis congênita no Estado do Ceará. Rev. Bras. Saúde Mater. Infant., 2021; 1: 319-326.

CAVALCANTE PAM, et al. Sífilis gestacional e congênita em Palmas, Tocantins, 2007-2014. Revista Epidemiol. Serv. Saude, 2017; 26: 255-264.

CEARÁ. Secretaria de Saúde do Estado. Boletim Epidemiológico de Sífilis. Nº 07. Fortaleza (CE): Secretaria de Saúde do Estado do Ceará, 2022. Disponível em: https://www.saude.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/9/2018/06/boletim_sifilis_21102022.pdf. Acessado em: 15 de janeiro de 2023.

DOMINGUES RMSM, et al. Sífilis congênita: evento sentinela da qualidade da assistência pré-natal. Rev. Saúde Pública, 2013; 1: 147-157.

LAZARINI FM e BARBOSA DA. Educational intervention in primary care for the prevention of congenital syphilis. Rev Lat Am Enfermagem, 2017; 25: e2845.

LEAL MC, et al. Prenatal care in the Brazilian public health services. Assistência pré-natal na rede pública do Brasil. Revista Saúde Pública, 2020; 54:8 1-12.

LIMA VC, et al. Perfil epidemiológico dos casos de sífilis congênita em um município de médio porte no nordeste brasileiro. J. Health Biol Sci., 2017; 1: 56-61.

LIMA MG, et al. Incidência e fatores de risco para sífilis congênita em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2001-2008. Rev. Ciênc. Saúde coletiva, 2013; 2: 499-506.

LUZ LC, et al. Avaliação da qualidade da Atenção Pré-Natal no Brasil. Revista Saúde Debate, 2018; 2: 111-126.

MACÊDO VC, et al. Sífilis na gestação: barreiras na assistência pré‑natal para o controle da transmissão vertical. Revista Caderno Saúde Coletiva, 2020; 4: 518-528.

MORAES MMS, et al. Sífilis Gestacional e Congênita: Evolução e Relação com Estratégia Saúde da Família no Sul e Extremo Sul Baiano. Revista Baiana de Saúde Pública, 2021; 3: 10-31.

MURICY CL, Pinto VL. Congenital and maternal syphilis in the capital of Brazil. Rev Soc Bras Med Trop., 2015; 48(2): 216-9.

NAZÁRIO RF, et al. Casos notificados de sífilis em gestantes no estado de Santa Catarina, no período de 2010 a 2015. Rev. Assoc. Med. Rio. Gd do Sul, 2021; 2; 1-7.

NEWMAN L, et al. Global Estimates of Syphilis in Pregnancy and Associated Adverse Outcomes: Analysis of Multinational Antenatal Surveillance Data. PLoS Medicine, 2013; 2: e1001396.

OLIVEIRA GUANABARA MA, et al. Acesso de gestantes às tecnologias para prevenção e controle da sífilis congênita em Fortaleza-Ceará, Brasil. Rev Salud Publica (Bogota), 2017; 19(1): 73-8.

RAMOS AM, et al. Perfil epidemiológico da sífilis em gestantes no Brasil. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2022; 1: e9541.

ROCHA AFB. et al. Sífilis em gestantes: implicações da comunicação do diagnóstico e estratégias de convocação do parceiro. DST - J bras Doenças Sex Transm., 2019; 3: 102-106.

SANTOS ET, et al. Access to prenatal care: assessment of the adequacy of different indices. Cad Saude Publica, 2013; 8: 1664-1674.

SANTOS TMMG, et al. Avaliação dos Registros no Cartão de Pré-natal da Gestante. 11. Rev enferm UFPE on line. 2017; 1: 2939-2945.

SANTOS VF, et al. Perfil epidemiológico de los casos de sífilis en embarazadas en una maternidad pública. Cultura de los Cuidados (Edición digital). 2019; 54: 396-406.

SILVEIRA CR, et al. Papel do enfermeiro na inserção dos parceiros no pré-natal e tratamento de gestantes com sífilis. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2020; 12(11): e4741.

SZWARCWALD CL, et al. Results of the sentinel surveillance project, 2006: challenges for the control of congenital syphilis in Brazil. DST J Bras Doenças Sex Transm., 2007; 19: 128-33.

VELLOSO LT, et al. Syphilis in pregnancy and congenital syphilis notified in a public maternity hospital in Petrópolis-RJ. DST - J bras Doenças Sex Transm., 2020; 32: e203224.

WHO. World Health Organization. guidelines for the treatment of Treponema pallidum (syphilis). Geneva: World Health Organization. 2016. Disponível em: https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/249572/9789241549806-eng.pdf. Acessado em: 16 de fevereiro de 2023.

WHO. World Health Organization. Organization Sexually transmitted infections (STIs). 2021. Disponível em https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/sexually-transmitted-infections-(stis). Acessado em: 13 de fevereiro de 2023.

WHO. World Health Organization. Syphilis in pregnancy. 2022. Disponível em: https://www.who.int/data/gho/data/indicators/indicator-details/GHO/women-accessing-antenatal-care-(anc)-services-who-were-tested-for-syphilis-(-). Acessado em: 9 de janeiro de 2023.