Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Abordagem multiprofissional em jovem com Necrólise Epidérmica Tóxica
PDF

Palavras-chave

Doenças da pele e do tecido conjuntivo
Cuidados de enfermagem
Equipe de Assistência ao Paciente

Como Citar

Abordagem multiprofissional em jovem com Necrólise Epidérmica Tóxica. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(11), e16608. https://doi.org/10.25248/reas.e16608.2024

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Descrever a abordagem da equipe multiprofissional em um caso de Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) com o uso de hidrofibra de prata nas lesões cutâneas (Sinal de Nikolsky) em uma Unidade de Terapia Intensiva. Detalhamento de Caso: Trata-se de um caso de NET que acometeu jovem que iniciou tratamento com Lamotrigina devido diagnóstico de epilepsia. Após 48 horas da ingestão do primeiro comprimido da medicação em questão a paciente evoluiu com prurido e lesões eritematosas-descamativas disseminadas pelo corpo associado a hiperemia conjuntival, episódios de febre, ardência na pele, mialgias generalizadas, astenia e anorexia. Na avaliação inicial da equipe, apresentava lesões eritematosa-descamativas e bolhosas disseminadas, porém logo evoluiu com sinal de Nikolsky que acometeu 95% da área corporal, incluindo mucosas da orofaringe, genitália e olhos. Considerações finais: Observamos que a atuação da equipe multiprofissional na investigação da história clínica, exame físico minucioso e alta suspeição para o diagnóstico favorece um bom prognóstico.

PDF

Referências

BLOOM R, AMBER KT. Identifying the incidence of rash, Stevens-Johnson syndrome and toxic epidermal necrolysis in patients taking lamotrigine: a systematic review of 122 randomized controlled trials. Anais Brasileiros de Dermatologia, 2017; 92: 139-141.

BULISSANI ACP, et al. Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica em Medicina Intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 2006; 18 (3): 292-297.

CABRAL L, et al. Necrólise Epidérmica Tóxica (Síndrome de Lyell): uma patologia para as unidades de queimadura. Acta Médica Portuguesa, 2003; 17: 129-140.

CHABY, G. et al. Incidence of and mortality from epidermal necrolysis (Stevens-Johnson syndrome/toxic epidermal necrolysis) in France during 2003-16: a four-source capture-recapture estimate. The British Journal of Dermatology, 2020; 182 (3): 618–624.

CHEN L, et al. Cobertura de hidrofibra com carboximetilcelulose (Aquacel Ag®) em pacientes queimados: Um relato de caso. Revista Brasileira de Queimaduras, 2018; 17 (2): 132-135.

DE MELO MEF, et al. Principais classes farmacológicas relacionadas à farmacodermia. Research, Society and Development, 2022; 11: e8011225492-e8011225492.

EMERICK MFB, et al. Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica em um hospital do Distrito Federal. Revista Brasileira de Enfermagem, 2014; 67(4): 898–904.

JÚNIOR JAPR, et al. Síndrome de Lyell em 72% de superfície corporal. Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, 2020; 35(2):240-242.

LIPOVÝ B, et al. Case Report: Wound Closure Acceleration in a Patient With Toxic Epidermal Necrolysis Using a Lyophilised Amniotic Membrane. Frontiers in Bioengineering and Biotechnology, 2021; 9: 1-7.

MOSER H, et al.. Evolução dos curativos de prata no tratamento de queimaduras de espessura parcial. Rev Bras Queimaduras, 2013; 12 (2):60 – 67.

NETO FCS, et al. Abordagem Cutânea na Necrólise Epidérmica Tóxica. Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, 2017; 32: 128-134.

NOGUEIRA BL, et al. Os curativos a base de prata e sua eficácia em queimaduras: uma revisão integrativa. Brazilian Journal of Development, 2022; 8(2): 8535-8556.

OLIVEIRA FL, et al. Necrólise epidérmica tóxica e síndrome de Stevens Johnson: atualização. Rev Bras Queimaduras, 2012; 11(1): 26-30.

OLIVEIRA A, et al. O espectro clínico Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica. Acta Medica Portuguesa, 2011; 24: 995- 1002.

ROVIELLO CF et al. Manifestações e tratamento da necrólise epidérmica tóxica e da síndrome de Stevens Johnson. Journal Health NPEPS, 2019; 4 (1): 319–29.

ROCHA FS, et al. Avaliação comparativa do uso de hidroalginato com prata e o curativo convencional em queimaduras de segundo grau. Rev Bras Queimaduras, 2012; 11:10-110.

SANTOS FC, et al. Abordagem cutânea na necrólise epidérmica tóxica. Rev. Bras. Cir. Plást., 2017; 32 (1): 128-134.

SANTOS GF, et al.. Doença de Parkinson: Padrão epidemiológico de internações no Brasil. Research, Society and Development, 2022; 11: 1-9.

SHANBHAG SS,. et al. Multidisciplinary care in Stevens-Johnson syndrome. Therapeutic Advances in Chronic Disease, 2020; 11:.2040622319894469.

SINGH N, PHILLIPS M. Toxic Epidermal Necrolysis: A Review of Past and Present Therapeutic Approaches. Skin Therapy Letter, 2022; 27(5): 7–13.