Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Atendimento do Câncer de colo de útero no Sistema Único de Saúde
PDF

Palavras-chave

Câncer de Colo de Útero
Sistema Único de Saúde
Atenção Primária à Saúde
Exame Papanicolau.

Como Citar

Atendimento do Câncer de colo de útero no Sistema Único de Saúde. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(11), e18841. https://doi.org/10.25248/reas.e18841.2024

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Avaliar o atendimento ao câncer de colo do útero (CCU) no Sistema Único de Saúde (SUS). Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa realizada conforme os guias PRISMA, utilizando as bases de dados do Scientific Electronic Library Online (Scielo) e a Biblioteca Virtual em saúde (BVS). Resultados: A análise revelou que o rastreamento e as intervenções precoces têm desempenhado um papel significativo na redução da incidência de CCU, especialmente entre as populações mais vulneráveis e carentes, que historicamente enfrentam barreiras no acesso a cuidados de saúde. Certas limitações em regiões com menor desenvolvimento socioeconômico, onde fatores como a escassez de recursos, a falta de infraestrutura e a dificuldade no acesso a serviços de saúde de qualidade comprometem a efetividade do programa. Considerações finais: O atendimento dos pacientes com CCU deve ser feito de forma baseada em ações educacionais, como campanhas de conscientização amplas e acesso ao rastreio com exames de Papanicolau, que são ofertados gratuitamente pelo SUS, além de programas específicos voltados para a saúde da mulher, incluindo ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do CCU de maneira eficaz e acessível.

PDF

Referências

AZEVEDO e SILVA G. Exame de Papanicolau no Brasil: análise da Pesquisa Nacional de Saúde em 2013 e 2019. Revista de Saúde Pública, São Paulo, 2023: 57-55.

BRASIL. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Coordenação de Prevenção e Vigilância. Estimativa 2014: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2011; 1.

BRITO SK, et al. Integralidade no cuidado ao câncer do colo do útero: avaliação do acesso. Revista Saúde Pública, 2014; 48(2): 240-248.

CLARO IB, et al. Estratégias de prevenção e rastreamento do câncer do colo do útero: as experiências do Brasil e do Chile. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26(10): 4497–4509.

CECILIO LCO. A Atenção Básica à Saúde e a construção das redes temáticas de saúde: qual pode ser o seu papel? Ciência & Saúde Coletiva, 2012; 17(11): 2893-2902.

FERREIRA MCM, et al. Conhecimentos, atitudes e práticas dos profissionais da Estratégia Saúde da Família sobre o câncer do colo do útero em Juiz de Fora, MG. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27(6): 2291-2332.

INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER (INCA). Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero. Rio de Janeiro, 2021; 2.

LOPES VAS e RIBEIRO JML. Fatores limitadores e facilitadores para o controle do câncer de colo de útero: uma revisão de literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24(9): 3431–344.

MARINO JM e NUNES LMP. Intervenções educativas para prevenção do câncer do colo do útero: revisão de escopo. Rev. Brasileira. Enferm, 2023; 76(5): 1-10.

OLIVEIRA APC, et al. Desafios para assegurar a disponibilidade e acessibilidade à assistência médica no Sistema Único de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 2017; 22(4): 1165-1180.

ONOFRE MF. Principais fatores que dificultam a adesão ao exame de citologia oncótica: uma revisão de literatura. Enfermagem Revista, 2019; 22(2): 231-242.

REZENDE CN, et al. Coordenação do cuidado na Atenção Primária: gravidez, câncer de colo uterino e de mama como marcadores. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 2022; 26: 1-17.

RODRIGUES BT. Mortalidade por câncer de mama e câncer de colo do útero em municípios de porte médio da Região Sudeste do Brasil, Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2011; 27(2): 241-248.

SANTOS AM e GIOVANELLA L. Estratégia Saúde da Família na coordenação do cuidado em região de saúde na Bahia. Saúde Debate, 2016; 40(108): 48-63.

SANTOS GD e CHUBACI RYS. O conhecimento sobre o câncer de mama e a mamografia das mulheres idosas frequentadoras de centros de convivência em São Paulo. Ciência & Saúde Coletiva, 2011; 16(5): 2533–2540.

SILVA G, et al. Avaliação das ações de controle do câncer de colo do útero no Brasil e regiões a partir dos dados registrados no Sistema Único de Saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2022; 38(7).

SILVA MRF, et al. Continuidade assistencial a mulheres com câncer de colo de útero em redes de atenção à saúde: estudo de caso, Pernambuco. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, 2016; 40(110): 107-119.

SILVA TL, et al. Capacitação do agente comunitário de saúde na prevenção do câncer de colo uterino. Revista Brasileira de Educação Médica, 2012; 36(1): 155–160.

ZARDO GP. Vacina como agente de imunização contra o HPV. Ciência e saúde coletiva, 2014; 19(9): 3799-3808.

ZAPPONI ALB e MELO ECP. Distribuição da Mortalidade por Câncer de Mama e de Colo do Útero segundo Regiões Brasileiras. Revista de Enfermagem UERJ, 2010; 18(4): 628-631.

ZIMMERMAN JB, et al. Aspectos epidemiológicos e clínicos de pacientes ginecológicas atendidas na Faculdade de Medicina de Barbacena. Rev Bras Ginecol Obstet, 2011; 33(12): 401-407.