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Uso indiscriminado de cremes vaginais por mulheres residentes na cidade de Belém, Pará
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Palavras-chave

Automedicação
Candidíase
Vulvovaginites

Como Citar

Uso indiscriminado de cremes vaginais por mulheres residentes na cidade de Belém, Pará. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19080. https://doi.org/10.25248/reas.e19080.2025

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Resumo

Objetivo: Avaliar o uso irracional de cremes vaginais na população feminina da cidade de Belém, Pará. Métodos: Trata-se de estudo com abordagem analítica com métodos quantitativos e qualitativos, aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa e realizado por meio de um questionário disponibilizado na plataforma Google Forms, no período de 01 de julho a 31 de agosto de 2024. Resultados: O estudo foi conduzido com 103 mulheres, com idade de 18 a 70 anos, com vida sexual ativa. A pesquisa indicou que 45% das participantes eram da faixa etária de 25 a 35 anos, 70% afirmaram estar em uma relação estável, 82% relataram já ter apresentado episódio de corrimento vaginal. Destas, 22% fizeram uso de medicamentos que já haviam sido utilizados anteriormente. A infecção vaginal mais prevalente foi a candidíase, presente em 55% dos casos, das quais 28% realizaram automedicação. Entre essas, 37,5% optaram pelo uso de nistatina creme vaginal, como forma de tratamento. Conclusão: Conclui-se que há uma prevalência de 28% em relação às mulheres que realizaram, em algum momento, a automedicação. Essa porcentagem possui um impacto bastante significativo na saúde, uma vez que o uso excessivo pode desequilibrar a flora, causar resistência microbiana e agravar infecções.

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Referências

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