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Análise do perfil epidemiológico da toxoplasmose gestacional e congênita na Região Norte entre 2019 e 2023
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Palavras-chave

Toxoplasmose gestacional
Toxoplasmose congénita
Transmissão vertical

Como Citar

Análise do perfil epidemiológico da toxoplasmose gestacional e congênita na Região Norte entre 2019 e 2023. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(9), e21299. https://doi.org/10.25248/reas.e21299.2025

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Resumo

Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico da toxoplasmose gestacional e congênita na região Norte, entre 2019 e 2023. Métodos: Trata-se de um estudo observacional e descritivorealizado na região Norte do Brasilreferente aos casostoxoplasmose gestacional e congênita. Resultados: No período, foram confirmados 5.127 casos de toxoplasmose gestacional e 906 de toxoplasmose congênita. Houve aumento dos casos em gestantes (de 16,7% para 22,6%) e na taxa de transmissão vertical (de 9,9% para 25,1%), enquanto a produção ambulatorial do Sistema Único de Saúde diminuiu no mesmo período. Ainda, houve aumento dos casos de toxoplasmose gestacional em Rondônia, Acre, Amazonas e Pará a partir de 2021/2022, enquanto Roraima, Tocantins e Amapá tiveram redução em 2023. Além disso, Tocantins teve a maior taxa de transmissão vertical (44,8%) e alta prevalência de toxoplasmose congênita. Os casos de toxoplasmose em gestantes no Norte foram mais frequentes no segundo trimestre, entre mulheres de 20 a 39 anos, maioritariamente pardas e com baixa escolaridade. Na toxoplasmose congênita, predominou o sexo feminino em alguns estados e altas taxas de cura em todos os estados. Conclusão: Esses achados revelam a fragilidade na atenção primária, a vulnerabilidade social, as desigualdades regionais e possíveis subnotificação dos casos

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