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Fisiopatogenia, vigilância epidemiológica e molecular da febre amarela em primatas não humanos
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Palavras-chave

Primatas não humanos
Vírus da febre amarela
Orthoflavivirus

Como Citar

Fisiopatogenia, vigilância epidemiológica e molecular da febre amarela em primatas não humanos. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(10), e21594. https://doi.org/10.25248/reas.e21594.2025

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Resumo

Objetivo: Os primatas não humanos (PNHs) apresentam manifestações clínicas semelhantes às observadas em humanos infectados pelo vírus da febre amarela (VFA), tornando-se modelos relevantes para pesquisas. Essa Revisão Integrativa da Literatura (RIL) buscou sistematizar o conhecimento existente sobre o uso de PNHs em estudos da doença e fornecer subsídios para futuras pesquisas. Métodos: Foram analisados artigos publicados entre 2020 e 2024, disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Então foram classificados por níveis de evidência e avaliados no software IRAMuTeQ (versão 0.7 alpha 2), com uso de Classificação Hierárquica Descendente e Análise de Similitude. Resultados: Dos 89 trabalhos identificados, 11 preencheram os critérios de inclusão, publicados em inglês em seis países. A análise de similitude destacou a centralidade dos termos “vírus da febre amarela” e “primata não humano”, evidenciando sua relevância para vigilância e monitoramento. O agrupamento de “surto”, “Orthoflavivirus” e “Brasil” indicou o país como epicentro de pesquisas, favorecido pela alta biodiversidade e contato entre ambientes urbanos e silvestres. A baixa cobertura vacinal surge como fator de risco para novas cepas e reemergência do vírus.. Considerações finais: Os PNHs são essenciais para compreender a patogênese viral, fortalecer a vigilância epidemiológica e orientar estratégias de controle da febre amarela.

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