Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Redes de atenção na promoção da saúde da mulher
PDF

Palavras-chave

Redes de atenção à saúde
Atendimento integral à saúde da mulher
Saúde da mulher

Como Citar

Redes de atenção na promoção da saúde da mulher. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(10), e21683. https://doi.org/10.25248/reas.e21683.2025

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Analisar as Redes de Atenção à Saúde no atendimento integral à saúde da mulher. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada no Portal Regional da BVS e portal da CAPES. Os estudos foram identificados em outubro de 2023, utilizando os descritores “Redes de Atenção à Saúde” e “Atendimento Integral à Saúde da Mulher”, com o operador booleano “AND”. Os critérios de inclusão foram: artigos completos, em português, publicados entre 2018 e 2023, que abordassem o tema proposto. A pergunta norteadora foi: como a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher é executada na Rede de Atenção à Saúde? Resultados: Foram selecionados 12 artigos. Os resultados mostraram a existência de uma Rede de Cuidados entre os níveis de atenção, com destaque para a organização, acesso e fluxos assistenciais, além das dificuldades e facilidades no acesso das mulheres aos serviços. Evidencia-se a importância da descentralização do cuidado, da articulação dos serviços em rede e da continuidade da assistência para qualificar a atenção à saúde da mulher. Considerações finais: Constatou-se que é essencial implementar estratégias para fortalecer a rede de atenção à saúde da mulher, assegurando o acesso e a integralidade do cuidado, contribuindo para um sistema mais eficiente e equitativo.

PDF

Referências

ALMEIDA PATTY F, et al. Redes regionalizadas e garantia de atenção especializada em saúde: a experiência do Ceará, Brasil. Ciência e Saúde Coletiva, 2019; 24(12): 4527-4539.

AMARAL VS, et al. Os nós críticos do processo de trabalho na Atenção Primária à Saúde: uma pesquisa-ação. Revista de Saúde Coletiva, 2021; 31(1): 1-20.

ANDRADE MS, VIEIRA EM. Itinerários terapêuticos de mulheres com morbidade materna grave. Cad. Saúde Pública, 2018; 34(7): 1-12.

BELGA STEPHANIE MMF. Produção do cuidado e integralidade à saúde: perspectivas a partir do Hospital Risoleta Tolentino Neves. Tese de Doutorado (Doutorado em Saúde Pública). Universidade Federal de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em saúde pública. Belo Horizonte, 2023; 172 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política nacional de atenção integral à saúde da mulher: princípios e diretrizes. Brasília: Editora Ministério da Saúde, 2004.

BRENDER JD, et al. O uso de Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde na Atenção Primária à Saúde no Brasil, de 2014 a 2018. Ciência e Saúde Coletiva, 2024; 29(1): 1-9.

COELHO EAC, et al. Integralidade do cuidado à saúde da mulher: limites da prática profissional. Esc. Anna Nery Rev. Enferm., 2009; 13(1): 154-160.

DONATO H, DONATO M. Etapas na condução de uma revisão sistemática. Acta Médica Portuguesa, 2019; 32(3): 227-235.

FERNANDES JA, et al. Avaliação da atenção à gestação de alto risco em quatro metrópoles brasileiras. Cad. Saúde Pública, 2020; 36(5): 1-14.

FERREIRA L, et al. Educação Permanente em Saúde na atenção primária: uma revisão integrativa da literatura. Saúde Debate, 2019; 43(120): 223-239.

GALVÃO JR, et al. Percursos e obstáculos na Rede de Atenção à Saúde: trajetórias assistenciais de mulheres em região de saúde no Nordeste brasileiro. Cad. Saúde Pública, 2019; 35(12): 1-17.

GALVÃO MCB, RICARTE ILM. Revisão sistemática da literatura: conceituação, produção e publicação. Logeion: Filosofia da informação, 2019; 6(1): 57-73.

GONSALVES E, SCHRAIBER LB. Intersetorialidade e Atenção Básica à Saúde: a atenção a mulheres em situação de violência. Saúde Debate, 2021; 45(131): 958-969.

JANUÁRIO TGFM, et al. Escuta e valorização dos usuários: concepções e práticas na gestão do cuidado na Estratégia Saúde da Família. Ciência e Saúde Coletiva, 2023; 28(8): 2283-2290.

KLEINUBING RE, et al. Construção de uma linha de cuidado para atenção à saúde de mulheres vivendo com HIV. Esc. Anna Nery, 2021; 25(5): 1-8.

MELO LMR, et al. Redes de atenção à saúde e implicações no cuidado pós-alta hospitalar: um estudo de caso. Revista Baiana de Saúde Pública, 2020; 44(2): 256-269.

PEITER CC, et al. Continuidade do cuidado em saúde: análise da produção de teses e dissertações brasileiras. Rev. Min. Enferm., 2021; 25(13): 1-8.

RAIMUNDO DD, et al. Micropolítica do cuidado de uma usuária com câncer de mama. Rev. Enferm. UFPE online, 2018; 12(11): 1-9.

SANTOS LENIR. Região de saúde e suas redes de atenção: modelo organizativo-sistêmico do SUS. Ciênc. Saúde Coletiva, 2017; 22(4): 1281-1289.

SANTOS NL, GARCIA E. O planejamento familiar e a mortalidade materna por aborto. Revista Baiana de Saúde Pública, 2019; 43(1): 1-16.

SILVA JG, et al. Direitos sexuais e reprodutivos de mulheres em situação de violência sexual: o que dizem gestores, profissionais e usuárias dos serviços de referências. Saúde Soc., 2019; 28(2): 187-200.

SOUTO K, MOREIRA MR. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: protagonismo do movimento de mulheres. Saúde Debate, 2021; 45(130): 832-846.

SOUSA SM, et al. Configuração da rede de cuidados às doenças crônicas não transmissíveis na perspectiva da integração. Enferm. Foco, 2022; 13(3): 1-10.

STERN C, et al. Developing the Review Question and Inclusion Criteria. The American Journal of Nursing, 2014; 114(4): 53-56.

TEIXEIRA E, et al. Programa de tratamento fora de domicílio: análise à luz da integralidade. Enferm. Foco, 2020; 11(2): 44-49.

TINTORI JA, et al. Epidemiologia da morte materna e o desafio da qualificação da assistência. Acta Paul. Enferm., 2022; 35(5): 1-8.