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Frequência de aborto na população universitária e sua associação com uso de métodos contraceptivos
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Palavras-chave

Aborto
Aborto ilegal
Estudantes de medicina
Gestação

Como Citar

Frequência de aborto na população universitária e sua associação com uso de métodos contraceptivos. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(10), e22015. https://doi.org/10.25248/reas.e22015.2025

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Resumo

Objetivo: Avaliar a frequência de abortos, causas e complicações em estudantes do ensino superior. Métodos: Foram avaliadas estudantes de ensino superior, através de um questionário confeccionado no Google Forms e enviado por WhatsApp para as alunas da Faculdade de Medicina de Barbacena. Foram incluídos 203 questionários que foram compatíveis com os critérios de inclusão estabelecidos. Considerou-se p<0,05 como significante. Resultados: A maioria das alunas iniciaram vida sexual até os 17 anos, 85,2% tinham vida sexual, 94,1% nunca tinham gestado e 12 alunas já haviam gestado (5,9%). A frequência de aborto nesta amostra foi de 2,5% (n=5) e uma aluna provocou o aborto (33,3%). Os principais motivos que a levou a provocar o aborto foi a ausência de desejo de ser mãe (1=2; 100%), não ter um relacionamento estável (n=1; 100%) e serem muito jovens (n=1; 100%). As principais complicações identificadas nas pacientes que evoluíram para aborto foram a hemorragia uterina (n=2; 40%), dor abdominal (n=1; 20%) e problemas emocionais (n=2; 40%). Conclusão: A frequência de aborto foi baixa na população, mas o aborto provocado ainda é identificado, mesmo em grupos de ensino superior. As complicações existem e, por isso, devem as mulheres serem orientadas.

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