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Determinantes socioeconômicos do suicídio e a efetividade das políticas públicas de saúde mental no Brasil
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Palavras-chave

Suicídio
Determinantes sociais da saúde
Desigualdades em saúde
Política de saúde
Saúde mental

Como Citar

Determinantes socioeconômicos do suicídio e a efetividade das políticas públicas de saúde mental no Brasil. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(12), e22251. https://doi.org/10.25248/reas.e22251.2025

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Resumo

Objetivo: Analisar criticamente as evidências científicas recentes sobre os determinantes socioeconômicos do suicídio e a efetividade das políticas públicas de saúde mental no Brasil. Métodos: Revisão integrativa conforme protocolo PRISMA, com buscas realizadas em janeiro de 2025 nas bases PubMed, SciELO, LILACS e ProQuest. Foram incluídos estudos publicados entre 2019 e 2024, em português, inglês ou espanhol, que abordavam a relação entre fatores socioeconômicos e suicídio ou a avaliação de políticas públicas relacionadas. Resultados: A síntese de 25 estudos demonstrou que pobreza, desigualdade de renda, desemprego e baixa escolaridade são determinantes centrais para o aumento do risco de suicídio, com vulnerabilidade acentuada em jovens, indígenas, população LGBTQIA+ e residentes rurais. Políticas de transferência de renda apresentaram efeito protetor, contrapondo-se à cobertura insuficiente (≈45%) e às fragilidades da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) na detecção precoce pela Atenção Primária. Considerações finais: Pode-se considerar que a efetividade das políticas é limitada por barreiras estruturais e iniquidades regionais, demandando integração intersetorial, expansão da RAPS com equidade e investimentos em pesquisa especificamente direcionada.

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