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O uso do ultrassom na identificação da via aérea difícil
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Palavras-chave

Ultrassonografia
Intubação
Via aérea

Como Citar

O uso do ultrassom na identificação da via aérea difícil. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(1), e22522. https://doi.org/10.25248/reas.e22522.2026

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Resumo

Objetivo: Avaliar o uso do ultrassom como ferramenta auxiliar na identificação precoce de vias aéreas difíceis no setor de Anestesiologia, visando maior segurança e eficácia no manejo anestésico. Métodos: Estudo observacional, transversal e comparativo, realizado com pacientes submetidos à anestesia geral e intubação orotraqueal, utilizando métodos clínicos e avaliação ultrassonográfica. Resultados: Avaliaram-se 40 pacientes, média de idade de 47,88±17,38 anos, maioria do sexo feminino (55,0%) e classificados como ASA II (40,0%) e ASA III (30,0%). Na classificação de Mallampati, 45,0% foram Classe II e, na de Cormack-Lehane, 60,0% Grau 1. A taxa de intubação difícil foi de 18,0%, predominando distância pele-epiglote inferior a 2,5 cm (82,0%). O bougie foi o dispositivo auxiliar mais utilizado (15,0%), e observou-se associação significativa entre a distância pele-epiglote, o sexo, as classificações de Mallampati e Cormack-Lehane e a intubação difícil (p<0,05). Conclusão: O ultrassom mostrou-se eficaz na detecção precoce de vias aéreas difíceis, contribuindo para maior segurança e precisão no manejo anestésico.

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