Resumo
Objetivo: Analisar o manejo do câncer de próstata, com foco na terapia de privação androgênica (TPA), seus impactos clínicos, influência na qualidade de vida e o desenvolvimento de resistência ao tratamento. Revisão bibliográfica: O câncer de próstata é a neoplasia maligna mais comum entre homens e, em geral, é diagnosticado por meio do toque retal e da dosagem do PSA. As estratégias terapêuticas abrangem desde o rastreamento e diagnóstico precoce até intervenções cirúrgicas e hormonais. A TPA se destaca como abordagem fundamental nos casos avançados, reduzindo a ação da testosterona nas células tumorais e promovendo regressão da doença. Apesar de eficaz, seu uso prolongado pode causar efeitos adversos sistêmicos, como alterações metabólicas e cardiovasculares, além de contribuir para o surgimento de resistência tumoral. A disponibilidade de tecnologias e terapias varia entre regiões, impactando detecção precoce, sobrevida e qualidade de vida dos pacientes. Considerações finais: A TPA permanece essencial no tratamento do câncer de próstata, exigindo equilíbrio entre seus benefícios e efeitos colaterais. Estratégias individualizadas, acompanhamento multidisciplinar e pesquisas contínuas são fundamentais para otimizar resultados clínicos, preservar a qualidade de vida e enfrentar a resistência terapêutica.
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