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Leishmaniose visceral em humanos
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Palavras-chave

Imunopatogênese
Zoonoses
Endemização urbana
Tripanossomatídeos

Como Citar

Leishmaniose visceral em humanos. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(3), e23196. https://doi.org/10.25248/reas.e23196.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar os avanços no conhecimento sobre a abordagem clínica da leishmaniose visceral, com ênfase nos aspectos epidemiológicos, diagnósticos e terapêuticos, contribuindo para a melhoria das estratégias de manejo da doença. Revisão bibliográfica: A leishmaniose visceral, é doença parasitária sistêmica negligenciada, endêmica no Brasil. Transmitida por flebotomíneos, envolve complexa fisiopatologia com invasão e multiplicação de Leishmania em macrófagos, modulando a resposta imune. Clinicamente, apresenta espectro variável, com febre prolongada, anemia, perda ponderal e hepatoesplenomegalia, podendo evoluir ao óbito, sobretudo em imunossuprimidos. O diagnóstico integra critérios clínicos, epidemiológicos e laboratoriais, incluindo métodos parasitológicos, sorológicos e moleculares. O tratamento precoce, com antimoniais ou anfotericina B, e a vigilância epidemiológica são essenciais para reduzir morbimortalidade e fortalecer ações integradas de Saúde Única no controle nacional. Considerações finais: A leishmaniose visceral exige abordagem integrada de Saúde Única, com pesquisa, vigilância, tratamento eficaz e políticas públicas para reduzir impacto. Dessa maneira, a continuação dos esforços de pesquisa, além do fortalecimento das políticas de saúde pública, é importante para melhorar o impacto da leishmaniose visceral.

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