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Cobertura vacinal no primeiro ano de vida no Brasil pós-pandemia: trajetórias recentes e prioridades operacionais
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Palavras-chave

Cobertura Vacinal
Desigualdades em Saúde
Programas de Imunização
Hesitação Vacinal
Brasil

Como Citar

Cobertura vacinal no primeiro ano de vida no Brasil pós-pandemia: trajetórias recentes e prioridades operacionais. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23302. https://doi.org/10.25248/reas.e23302.2026

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Resumo

Objetivo: Descrever a evolução temporal (2010-2025) e as disparidades regionais das coberturas da pentavalente (3ª dose), VIP (3ª dose) e tríplice viral (1ª dose) no Brasil, integrando TabNet/DATASUS e RNDS, e discutir ações operacionais prioritárias para fortalecer a equidade territorial. Métodos: Realizou-se estudo ecológico descritivo com análise temporal de dados secundários do TabNet/DATASUS (2010-2022) e da RNDS (2023-2025), focando na pentavalente, VIP e tríplice viral, complementado por revisão documental da literatura para contextualização dos achados. Resultados: Em 2024, as coberturas nacionais atingiram 90,16% para a pentavalente (3ª dose), 90,32% para a VIP (3ª dose) e 95,75% para a tríplice viral (1ª dose), com disparidades regionais de até 10 pontos percentuais entre Sul e Norte. A recuperação foi impulsionada pelo microplanejamento, busca ativa e vacinação em escolas, porém os ganhos permanecem frágeis e desiguais. Conclusão: A consolidação dos avanços requer institucionalização das estratégias exitosas, harmonização dos sistemas de informação e foco em equidade territorial.

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