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Análise epidemiológica dos casos de sífilis congênita no período de 2007-2024 no estado do Pará
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Palavras-chave

Sífilis congênita
Epidemiologia
Casos
Prevalência

Como Citar

Análise epidemiológica dos casos de sífilis congênita no período de 2007-2024 no estado do Pará. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(6), e23602. https://doi.org/10.25248/reas.e23602.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico da sífilis congênita no período de 2007 a 2024 no estado do Pará, Brasil.  Métodos: O presente projeto caracteriza-se como um estudo retrospectivo, de abordagem quantitativa e epidemiológica, realizado por meio de dados coletados no DATASUS e SINAN. Resultados: Observou-se maior prevalência de casos na faixa etária de 20 a 24 anos, entre mulheres pardas e com escolaridade entre a 5ª e a 8ª série incompleta do ensino fundamental. A capital Belém apresentou o maior número de ocorrências, com um total de 4.779 casos, seguida pelos municípios de Marabá e Parauapebas. A maioria das mães realizaram o pré-natal, porém verificou-se que a maior parte dos parceiros não realizaram tratamento para a infecção. Houve associação estatisticamente significativa (p = 0,0001) entre as variáveis clínicas e o tratamento do parceiro. Conclusão: Desse modo, a implementação de uma política pública abrangente, que contemple a promoção da saúde e a prevenção da sífilis congênita, revela-se crucial. O presente estudo oferece, como contribuição primordial, o delineamento do perfil epidemiológico da sífilis congênita no estado do Pará, no intervalo de 2007 a 2024, fornecendo subsídios essenciais para a elaboração de políticas de Saúde Pública e a execução de intervenções futuras.

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