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Perfis socioepidemiológicos e distribuição regional de Chikungunya no sul do Brasil entre 2015 e 2025
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Palavras-chave

Chikungunya
Doença tropical negligenciada
Perfis socioepidemiológicos
Arbovirose
Saúde pública

Como Citar

Perfis socioepidemiológicos e distribuição regional de Chikungunya no sul do Brasil entre 2015 e 2025. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(6), e23782. https://doi.org/10.25248/reas.e23782.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar os perfis socioepidemiológicos e a distribuição regional da Chikungunya, doença tropical negligenciada, na região Sul do Brasil, no período de 2015 a 2025. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem quantitativa, baseado em dados do Portal de Dados Abertos do SUS – SINAN/Febre de Chikungunya para análise dos casos confirmados e variáveis socioepidemiológicas. Resultados: Foram registrados 10.067 casos confirmados desta arbovirose na região Sul do Brasil entre 2015 e 2025, com aumento progressivo e ápice em 2025. Observou-se predominância no sexo feminino (59,35%) e maior ocorrência em adultos de 30 a 59 anos (49,64%). Em relação à escolaridade, destacou-se maior frequência entre indivíduos com ensino médio completo (16%), e quanto à cor da pele, houve predominância de indivíduos de cor branca (69,33%). Os estados apresentaram elevados índices de desenvolvimento humano (0,746 a 0,792) e desigualdade de renda moderada (0,41 a 0,49). Conclusão: A Chikungunya no Sul apresenta crescimento temporal e perfil associado a fatores socioeconômicos e demográficos, com maior ocorrência em mulheres, adultos e indivíduos com menor acesso à informação. A persistência de desigualdades sociais contribui para a transmissão, evidenciando a necessidade de estratégias de vigilância e controle adotadas pela saúde pública que considerem as iniquidades regionais.

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