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Segurança do paciente em unidade de terapia intensiva
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Palavras-chave

Segurança do Paciente
Unidades de Terapia Intensiva
Enfermagem
Cuidados de Enfermagem

Como Citar

Segurança do paciente em unidade de terapia intensiva. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(6), e23801. https://doi.org/10.25248/reas.e23801.2026

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Resumo

Objetivo: Compreender a gestão da Segurança do Paciente em Unidade de Terapia Intensiva. Revisão bibliográfica: A evolução das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), de Nightingale a Safar, consolidou o cuidado crítico como um setor de alta complexidade e rigor técnico. Atualmente, a Segurança do Paciente (SP) é o pilar central nesse ambiente, estruturada pelas Seis Metas Internacionais da Organização Mundial de Saúde para mitigar riscos inerentes às tecnologias invasivas e à gravidade clínica. No Brasil, normativas como a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 36/2013 institucionalizam essa cultura. A gestão eficaz da SP exige comunicação assertiva como o Situation, Background, Assesment e Recommendation (SBAR), protocolos rigorosos e humanização, com foco em reduzir eventos adversos. Além de proteger o paciente, essas práticas amparam os profissionais (segunda vítima) e permitem a sustentabilidade ética e financeira das instituições. Considerações finais: A Enfermagem, por meio de protocolos, comunicação e sistematização mostra-se vital para a prevenção riscos e segurança do paciente em UTIs. O estudo destaca a educação permanente e evidências científicas como pilares para qualificar a assistência e, além disso, destaca que oportunizar o cuidado seguro é um compromisso ético e organizacional, essencial para reduzir danos e valorizar a profissão.

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