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Influência do pilates na flexibilidade, sintomatologia dolorosa e na capacidade funcional em idosas
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Palavras-chave

Idosas
Método pilates
Flexibilidade
Funcionalidade
Percepção da dor

Como Citar

Influência do pilates na flexibilidade, sintomatologia dolorosa e na capacidade funcional em idosas. (2020). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 12(11), e2413. https://doi.org/10.25248/reas.e2413.2020

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Resumo

Objetivo: Verificar a influência do Pilates na flexibilidade, na sintomatologia dolorosa e na capacidade funcional de idosas. Métodos: Trata-se de uma pesquisa descritiva, com corte transversal e quantitativa. Participaram da amostra 90 idosas, com idade entre 65 a 75 anos, subdivididas aleatoriamente nos grupos G1 (Não praticantes de Exercicío Físico-EF), G2 (Pilates e outros EF) e G3 (Praticantes de outros EF), sendo submetidas ao Inventário de Dor de Back, análise da flexibilidade (Apley, sentar e alcançar-SA) e da capacidade funcional (levantar e caminhar–LC). Na análise dos dados recorreu-se à estatistica descritiva, correlação de Pearson, Anova Oneway e Kruskal-Wallis, com p<0,05.  Resultados: Evidenciou-se diferenças significativas na flexiblidade entre os grupos nos testes SA1 e SA2 (p<0,001),  com melhores resultados para o G2, embora não ocorrer no Apley direito (p=0,391) e esquerdo (p=0,076). A capacidade funcional apresentou-se com diferenças significativas entre grupos nos dois momentos (p<0,001) investigados, da mesma forma que a sintomatologia dolorosa apresentada nos últimos três meses (p=0,002), útimo mês e semana (p<0,001). Conclusão: As idosas praticantes de exercício físico apresentaram melhores índices de flexibilidade, capacidade funcional e menores níveis de sintomatologia dolorosa do que as não praticantes, sendo que as participantes do Pilates demonstraram resultados mais satisfatórios.

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