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A relação mãe-bebê prematuro na UTI neonatal: Um olhar Winnicottiano
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Palavras-chave

Prematuro
Psicanálise
Centros de saúde materno-infantil

Como Citar

A relação mãe-bebê prematuro na UTI neonatal: Um olhar Winnicottiano. (2020). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 12(2), e2422. https://doi.org/10.25248/reas.e2422.2020

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Resumo

Objetivo: Identificar a vivência da mãe referente ao impacto do nascimento de um bebê prematuro, descrevendo ainda, como se desenvolve a relação mãe-bebê no contexto de internação, bem como o papel da maternagem nesse contexto e suas implicações a partir do referencial psicanalítico winnicottiano. Revisão Bibliográfica: Verificou-se, que a mãe pode apresentar dificuldade em se vincular ao seu bebê prematuro, devido a sua condição de permanecer, por tempo indeterminado, internado. A mãe, muitas vezes, experimenta emoções desagregadoras relativas ao luto do bebê imaginado e à ameaça de sua morte, que necessitam ser acolhidas, aliando aos cuidados técnicos e médicos, deve ser realizado ainda o incentivo ao contato materno que ofereça ao bebê um ambiente suficientemente bom para o seu desenvolvimento. A importância da relação mãe-bebê como fundante do desenvolvimento de um indivíduo, contribuição atribuída à psicanálise e particularmente a Winnicott, possui reflexo na implementação de práticas de assistência humanizadas. Considerações finais: Conclui-se sobre a importância da presença viva, ativa e empática da mãe, que possibilite uma condição de se adaptar às necessidades do seu bebê, facilitando que sua experiência de vir-a-ser de modo menos intrusivo.

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