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Fatores epidemiológicos associados à sífilis congênita no município de Imperatriz-MA, 2022 a 2024
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Palavras-chave

Saúde Materno-Infantil
Assistência Pré-Natal
Fatores de Risco

Como Citar

Fatores epidemiológicos associados à sífilis congênita no município de Imperatriz-MA, 2022 a 2024. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(8), e24257. https://doi.org/10.25248/reas.e24257.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar os fatores epidemiológicos associados à sífilis congênita no município de Imperatriz-MA, no período de 2022 a 2024. Métodos: Trata-se de um estudo observacional do tipo ecológico, quantitativo e descritivo, fundamentado em dados obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC). As variáveis analisadas incluem informações sociodemográficas e clínicas. Resultados: Foram notificados 349 casos de sífilis congênita em Imperatriz, residentes no estado do Maranhão. Observou-se maior frequência em mães pardas, com ensino médio completo, em idade reprodutiva. Embora 97,13% das gestantes tenham realizado acompanhamento pré-natal, 51% foram diagnosticadas apenas no momento do parto ou curetagem. Entre os neonatos, 97,42% apresentaram sífilis congênita recente, e 98% dos diagnósticos foram realizados até o sexto dia de vida; entretanto, 3,5% evoluíram para óbito. Destaca-se ainda que 77% dos parceiros das gestantes não receberam tratamento. Conclusão: Conclui-se que a alta frequência de sífilis congênita, associada a falhas no diagnóstico e tratamento, indica a necessidade de fortalecer a vigilância epidemiológica e as políticas públicas.

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