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Análise da mortalidade por causas externas, Santa Catarina, 2008 a 2017
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Palavras-chave

Causas externas
Violência
Mortalidade
Epidemiologia

Como Citar

Análise da mortalidade por causas externas, Santa Catarina, 2008 a 2017. (2020). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 12(8), e3381. https://doi.org/10.25248/reas.e3381.2020

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Resumo

Objetivo: Analisar os óbitos por causas externas em Santa Catarina, no período de 2008 a 2017. Métodos: Estudo epidemiológico descritivo com dados secundários do Sistema de Informações sobre Mortalidade. Resultados: As causas externas se apresentam como uma das principais causas de óbito em Santa Catarina. Os óbitos não estão distribuídos de forma uniforme no território catarinense, com concentração (49,8%) em quatro regiões de saúde. Entre as principais causas estão os acidentes de transporte – ocupantes de motos, veículos e pedestres, as quedas e afogamentos, as agressões por armas de fogo e as lesões autoprovocadas por enforcamento. No período analisado, observou-se uma queda da taxa de mortalidade por acidentes de transporte e, ao mesmo tempo, aumento por agressões. Os homens na faixa etária entre 20 a 49 anos são os mais afetados. As mortes em pessoas brancas representam 87,3% do total, embora as pessoas pretas e pardas morrem em proporções maiores na faixa etária entre 20 e 49 anos, assim como é maior o número de mortes por agressões. Conclusão: A mortalidade por causas externas e, portanto, evitáveis, constitui um importante problema de saúde pública e afeta de forma diferente as pessoas segundo o sexo, cor e faixa etária.

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