Resumo
Objetivo: Alertar o público sobre o uso racional de medicamentos e os fatores associados a essa prática, destacando a importância de um profissional de saúde e promovendo ações preventivas. Método: Trata-se de um estudo descritivo, de caráter exploratório e corte transversal. Eles foram conduzidos estudos de campo quantitativa, no departamento de emergência e maternidade Maria Jovita do Nascimento, em cinco unidade básica de saúde no programa agentes comunitários de saúde no Centro de Imunização e Vigilância Epidemiológica Fátima - BA. Os dados vieram de questionários semiestruturados para entender as opiniões individuais sobre o assunto em questão. O trabalho foi aprovado pelo comitê de ética e pesquisa do centro universitário AGES nº 024-2018. Resultados: Dos 45 (100%) profissionais, (16, 35,5%) eram enfermeiros, (26, 57,8%) eram técnicos de enfermagem e (3, 6,7%) eram auxiliares de enfermagem. A maior prevalência de automedicação foi entre técnicos de enfermagem (5, 19,2%) e enfermeiros (4, 25%). Todos os profissionais (45, 100%) estão cientes dos riscos da automedicação. O medicamento mais utilizado (14, 31,1%) dos profissionais nos últimos 10 dias foi a dipirona. Conclusão: Isso indica que há alta taxa de automedicação entre os profissionais de saúde.
