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Prevalência de disfunção sexual em mulheres residentes em uma capital da Amazônia ocidental brasileira
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Palavras-chave

Disfunção sexual
Amazônia
Mulheres
Gestantes
Puérperas

Como Citar

Prevalência de disfunção sexual em mulheres residentes em uma capital da Amazônia ocidental brasileira. (2020). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 12(12), e5359. https://doi.org/10.25248/reas.e5359.2020

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Resumo

Objetivo: Determinar a prevalência das disfunções sexuais em mulheres não gestantes, gestantes e puérperas e sua associação com potenciais fatores de risco. Métodos: Estudo transversal composto por 419 mulheres, que frequentavam unidades de saúde pública, no período de abril a agosto de 2019, em Rio Branco, Acre. As participantes responderam a questionários de auto respostas já validado a nível nacional, o Quociente Sexual-versão Feminina. Foram calculadas prevalências, médias e possíveis associações por meio do teste qui-quadrado e t de Student. Resultados: Do total da amostra, 35,6% das participantes apresentaram disfunção sexual. Dentre estas, quase a metade da amostra (42%) estavam desempregadas (p=0,003). Nos domínios desejo e orgasmo, a média dos valores foi maior para as gestantes (2,8203) (3,4844) comparado às puérperas (2,3454) (2,0912), respectivamente (p<0,05). Com relação à dor 30,1% das mulheres, a apresentavam “sempre” durante o ato sexual. A idade não parece influenciar de forma isolada na função sexual das participantes, (r<1 e p>0,05). Conclusão: O presente estudo evidenciou importante disfunção sexual, predominante no subdomínio dor.  Além disso, constatou-se diferença significativa nos domínios desejo e orgasmo, sendo encontrados valores superiores para gestantes em comparação com puérperas. Outro dado foi de maiores porcentagens de disfunção sexual em mulheres desempregadas.

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