Resumo
Objetivo: Analisar a frequência e a quantidade do uso de Ritalina por estudantes de Medicina de um Centro Universitário de Porto Velho, bem como colher informações a respeito do sono desses acadêmicos. Métodos: Foi realizada a aplicação de questionário via online com concordância prévia do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido por parte dos participantes. Abordou-se perguntas as quais auxiliaram o alcance do objetivo. Além disso, critérios de exclusão como estudantes menores de 18 anos e alunos que se recusaram a responder, também foram adotados. Resultados: A amostra foi constituída por 122 acadêmicos, em sua maioria, cursando o segundo ano de Medicina e predominantemente mulheres. Grande parte afirmou não fazer uso de Metilfenidato, contudo, dentre os que fazem uso, uma parcela significativa afirmou utilizar para rendimento acadêmico e ter adquirido de forma ilícita. Além disso, poucos estudantes afirmaram não saberem a respeito do uso indevido do psicoativo. Conclusão: A utilização da Ritalina se demonstrou baixa, uma vez que o conhecimento dos seus efeitos é elevado por parte dos estudantes entrevistados, convergindo, assim, com estudos levantados em algumas regiões brasileiras e divergindo de outros em outras regiões.
