Abstract
Objective: To identify the perception of occupational stress in health professionals in a Child and Adult Rehabilitation Center. Methods: Descriptive and exploratory research, with a qualitative approach, carried out with 6 health professionals in northeastern Brazil in the period of December 2021, an online questionnaire was used, which aimed to identify the sociodemographic profile of each participant and a focus group. Results: Participants reported that the main stressors come from the work routine, such as: the intense workday, the insufficiency of material supplies and the high demand of patients as the cause of the highest concentrations of routine stress. Conclusion: The factors experienced by professionals are directly linked to small agents that cause occupational stress evidenced day after day at work.
References
BEEHR TA, NEWMANN JE. Research on occupational stress: an unfinished enterprise. Personnel Psychology, 2006; 51(4): 835-844.
BRASIL. Protocolos de atenção integral à Saúde do Trabalhador de Complexidade diferenciada. Agravos à saúde mental relacionado ao trabalho. 2014. Disponível em: https://central3.to.gov.br/arquivo/276627/. Acessado em: 20 de janeiro de 2022.
FERRARI R, et.al. Avaliação da síndrome de burnout em profissionais de saúde: uma Revisão integrativa da literatura. Revista Eletrônica Gestão & Saúde, 2012; 3(3): 1150-165.
FIGUEIREDO L, et.al. Adoecimento `Psíquico no trabalho. Estudos e negócios acadêmicos, 2022; 4: 94-100.
GOMES AR, et.al. Estresse ocupacional em profissionais de saúde: um estudo com enfermeiros portugueses. Revista Teoria e Pesquisa, 2009; 25(3): 307-318.
GRAÇA CC, ZAGONEL IPS. Estratégias de coping e estresse ocupacional em profissionais de enfermagem: revisão integrativa. Rev Espaço para a Saúde, 2019; 20(2): 67-77.
LIPP M. Mecanismo neuropsicofisiológico do stress: teoria e aplicações clínicas. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2003.
MARGIS R, et al. Relação entre estressores, estresse e ansiedade. Rev. Psiquiatria do RS, 2003; 25; 1(supl): 65-74.
MENEZES TMC. Impactos do Estresse laboral na saúde do trabalhador. Brazilian Journal of Health Review, 2022; 5(3): 11898-11911.
MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Saúde Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/images/Oficio_Circular_2_24fev2021.pdf. Acessado em: 20 de janeiro de 2022.
MIRANDA ARO, AFONSO MLM. Estresse ocupacional de enfermeiros: uma visão crítica em tempos de pandemia. Brazilian Journal of Development, 2021; 7(4): 34979–35000.
PRADO CEP. Estresse ocupacional: causas e consequências. Rev Brasileira de Medicina do Trabalho, 2016; 14(3): 285–289.
RIBEIRO RP, et.al. Estresse ocupacional entre trabalhadores da saúde de um hospital universitário. Rev Gaucha de Enferm, 2018; 39: e65127.
SADIR MA, et.al. Stress e qualidade de vida: influência de algumas variáveis pessoais. 2010; 20(45): 73-85.
SILVA N, TOLFO SR. Resenha do livro Estresse nas organizações de Trabalho: compreensão e intervenção baseadas em evidências. Rev Psicologia Organizações e Trabalho, 2009; 9(1): 120–127.
SILVA RM, et al. Evolução histórica do conceito de estresse. Rev. Cient. Sena Aires, 2018; 7(2): 148–56.
SOUSA CS, CANDEIAS A. A colaboração intersetorial e multiprofissional na intervenção com crianças com necessidades especiais. Revista Educação, 2005; 1(55): 11-30.
TEXEIRA GS, et al. Quality of life at work and occupational stress of nursing in an emergency care unit, Texto & Contexto Enferma, 2019; 28: e20180298.
UCHÔA AC, et al. Trabalho em equipe no contexto da reabilitação infantil. Physis, Revista de Saúde Coletiva. 2012; 22(1): 385-400.
