Abstract
Objective: Understanding through a search in the scientific literature about stem cell treatment in Amyotrophic Lateral Sclerosis (ALS) can help in therapeutic measures and patient's quality of life. Review bibliographic: Although ALS is considered incurable, symptomatic interventions and supportive care can be done through a multidisciplinary and quality team, in which all the support needed by the patient must be offered, so that he can have autonomy for as long as possible. Currently, stem cell experiments have shown to be the most promising therapy for the treatment of ALS. Because they are cells that differ for tissues of various types, including cells involved in the pathogenesis of the disease. When these migrate to the site where degeneration occurs, they offer replacement therapy for the degenerated neural cells. Considerations final: The treatment of ALS with stem cells seems to be the most promising therapy for ALS because they are cells that differ in different types of tissues, including cells involved in the pathogenesis of the disease, although studies on this technique still have a long way to go way to go.
References
ABREU-FILHO AG, et al. Aspectos psicológicos e sociais da esclerose lateral amiotrófica: revisão. Psicologia, Saúde e Doenças, 2019; 20(1): 88-100.
ALBUQUERQUE KMF, et al. Impacto do tratamento medicamentoso na voz, fala e deglutição de pacientes com esclerose lateral amiotrófica: revisão sistemática. Audiology-Communication Research, 2022; 27: 1-9.
ALMEIDA LGD, et al. Terapia com células-tronco para perda auditiva: já chegamos lá? Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, 2019; 85: 520-529.
ALVES S, et al. O uso terapêutico de células tronco. Revista Saúde em Foco-Edição, 2019; (11): 1291-1302.
BERTAZZI NR, et al. Esclerose lateral amiotrófica lateral. Revista de Patologia do Tocantins, 2017; 4(3): 54-65.
BOSSE TS, et al. Desafios associados à esclerose lateral amiotrófica: relato de caso clínico. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2020; (43): e2750.
CORREIA IC, GIL LT. A esperança nas pessoas com esclerose lateral amiotrófica em cuidados paliativos: uma scoping review. Cadernos de Saúde, 2020; 12(2): 41-51.
COSTA TDC, et al. Cuidados paliativos ao paciente com esclerose lateral amiotrófica: vivência de fisioterapeutas no âmbito hospitalar. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 2020; 12: 1334-1340.
FREIRE ANM, et al. Uso de Células Tronco Mesenquimais na Medicina Regenerativa e Rejuvenescimento. Revista Científica Hospital Santa Izabel, 2021; 5(2): 73-84.
GLASS L, et al. Práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde do Brasil: disputas político-epistemológicas. Saúde e Sociedade, 2021; 30: e200260.
GOMES MM. Hermann Oppenheim, a pioneer of modern German neurology. Revista Brasileira de Neurologia, 2019; 55(2): 36-40.
KAJITANI GS, et al. Envelhecimento e danos no DNA. Genética na Escola, 2021; 16(1): 2-11.
LIRA AVAA, et al. Depressão em pacientes portadores de Esclerose Lateral Amiotrófica e sua associação com aspectos clínicos: uma revisão integrativa. Psicólogo inFormação, 2022; 24(24): 65-83.
LUCHESI KF, SILVEIRA IC. Cuidados paliativos, esclerose lateral amiotrófica e deglutição: estudo de caso. In: CoDAS. Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, 2018; 30(5): e20170215.
MATIAS DP, et al. A Ética no uso de células tronco: revisão de literatura. Publicação UEPG: Ciências Biológicas e da Saúde, 2019; 25(2): 25-32.
MEDEIROS ICG, et al. Elaboração de um audiovisual sobre as ações dos profissionais de saúde voltados ao portador de esclerose lateral amiotrófica. Semioses, 2019; 13(3): 87-97.
PRADO LGR, et al. Neuroinflamação na esclerose lateral amiotrófica. Revista Brasileira de Neurologia, 2018; 54(3): 22-27.
RIBEIRO ACS, et al. Diagnósticos e intervenções de enfermagem ao adulto acometido por esclerose lateral amiotrófica. Revista Brasileira Interdisciplinar de Saúde, 2019; 1(4): 17-23.
RIBEIRO FLV, et al. A comunicação alternativa como suporte a indivíduos com esclerose lateral amiotrófica. Research, Society and Development, 2021; 10(15): e554101523243.
RODRIGUES FA, CARVALHO LFC. Células-tronco no tratamento da dor. Revista Científica Saúde e Tecnologia, 2022; 2(7): e27156.
SALLES E, et al. Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Revista ACTA Paulista de Enfermagem, 2017; 5(1): 27-42.
SCULL-TORRES M. A observância da Bioética no cuidado paliativo de doentes com esclerose lateral amiotrófica. Persona y Bioética, 2019; 23(1): 111-121.
SEVERO AH, et al. Comunicação verbal prejudicada: revisão do diagnóstico em pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica. Revista Brasileira de Enfermagem, 2018; 71: 3063-3073.
SILVA AS, BROMOCHENKEL C. Esclerose Lateral Amiotrófica: Manifestações Psicológicas do Enlutar-se. Revista Latino-Americana de Psicologia Corporal, 2019; 6(9): 89-108.
SILVA CT, et al. A integralidade do cuidado de enfermagem ao indivíduo com esclerose lateral amiotrófica. Revista Interdisciplinar Ciências Médicas, 2018; 2(1): 61-68.
SILVA LP, et al. Esclerose lateral amiotrófica: descrição de aspectos clínicos e funcionais de uma série de casos numa região de saúde do nordeste do Brasil. Journal of Health and Biological Sciences, 2018; 6(3): 293-298.
SILVA RSF, et al. Perfil epidemiológico dos pacientes com esclerose lateral amiotrófica acompanhados na Associação de Assistência à Criança Deficiente. Acta Fisiátrica, 2021; 28(1): 30-5.
SILVEIRA AA, SIQUEIRA SC. Qualidade de vida do paciente com esclerose lateral amiotrófica e potenciais tratamentos. Referências em Saúde da Faculdade Estácio de Sá de Goiás, 2019; 2(1): 40-45.
ZORZANELLI R, et al. Pesquisa com células-tronco no Brasil: a produção de um novo campo científico. História, Ciências, Saúde, 2017; 24(1): 129-144.
