Abstract
Objective: To analyze sociodemographic aspects, training and professional performance of physicians who graduated from a federal institution. Methods: Quantitative, cross-sectional and exploratory study, by analyzing an online questionnaire sent to physicians trained in the seven classes of a medical course, dealing with their sociodemographic profile, training and professional performance. Results: 60.5% of the graduates participated (n=170). There was a predominance of young people, women, white/brown races and singles, with a monthly income of 11-15 minimum wages and operating in the capital of Minas Gerais. The five most attended residencies were Internal Medicine, Pediatrics, General Surgery, Gynecology and Obstetrics and Family and Community Medicine. Most learned about the Course's Political-Pedagogical Project and the National Curriculum Guidelines and almost all reported training in basic, humanist, generalist, critical-reflective and ethical care. Almost all declared themselves competent in health care and education, but little more than half competent in health management. Graduates in the first classes reported higher income and completed their first or second medical residency. A minority who did not attend/nor are attending medical residency graduated recently. Conclusion: The follow-up of graduates is an institutional assessment tool to support curriculum restructuring and address health demands.
References
BRANDÃO ERM, et al. Práticas de integração ensino-serviço- comunidade: Reorientando a formação médica. Revista Brasileira de Educação Médica, 2013; 37: 573–7.
BRASIL. Ministério da Educação Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução No. 3 de 20 de junho de 2014. Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Medicina e dá outras providências. 2014.
CALDAS C, et al. O jovem médico: a trajetória profissional nos quatro primeiros anos de formados de uma instituição no norte do país – coorte prospectiva. Conexão Ciência (Online), 2020; 15: 21–37.
CAOVILLA F, et al. Perfil do médico egresso do Curso de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Rev AMRIGS, 2008; 52(2): 103–9.
CRONIN FM, et al. Factors influencing specialty choice and the effect of recall bias on findings from Irish medical graduates: a cross-sectional, longitudinal study. BMC Medical Education, 2020; 20: 485.
FERREIRA IG, et al. Atividades extracurriculares e formação médica: diversidade e flexibilidade curricular. IJHE, 2016; 1: 114–24.
FERREIRA LC, et al. Lições da pandemia de Covid-19: um estudo quali-quantitativo com estudantes de Medicina e médicos recém-formados. Revista Brasileira de Educação Médica, 2022; 46: e112.
FRANCO CAGS, et al. Currículo de medicina e as competências propostas pelas diretrizes curriculares. Revista Brasileira de Educação Médica, 2014; 38: 221–30.
FREITAS BAC, et al. Perfil dos médicos egressos de uma instituição federal de Minas Gerais. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2022; 15(6): e10601.
FREITAS LS, et al. O desenvolvimento de competências na formação médica: os desafios de se conciliar as Diretrizes Curriculares Nacionais num cenário educacional em transformação. RMMG, 2018; 28: e-1949.
GOERGEN DI, et al. An exploratory study of the academic leagues in southern Brazil: doing multiple activities. Revista Brasileira de Educação Médica, 2023; 47: e12.
HAROON S, et al. Covid-19: breaking the chain of household transmission. BMJ, 2020; 370: m3181.
LUMLEY S, et al. Self-reported extracurricular activity, academic success, and quality of life in UK medical students. Int J Med Educ, 2015; 6: 111–7.
MAGALHÃES APS, et al. Perfil dos egressos de Medicina de uma Faculdade de Medicina de Juiz de Fora/MG. Revista Ciências Em Saúde, 2012; 2: 32–44.
MAUÉS CR, et al. Formação e Atuação Profissional de Médicos Egressos de uma Instituição Privada do Pará: Perfil e Conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais. Revista Brasileira de Educação Médica, 2018; 42.
MEHTA S, et al. COVID-19: a heavy toll on health-care workers. The Lancet Respiratory Medicine, 2021; 9: 226–8.
MEIRELES MAC, et al. Novas Diretrizes Curriculares Nacionais e a Formação Médica: Expectativas dos Discentes do Primeiro Ano do Curso de Medicina de uma Instituição de Ensino Superior. Revista Brasileira de Educação Médica, 2019; 43: 67–78.
MORAES RS, et al. Aspectos demográficos e acesso aos projetos pedagógicos dos cursos de Medicina no Brasil. Revista Brasileira de Educação Médica, 2023; 47: e006.
OLIVEIRA JGS, et al. A formação, trabalho e fixação de egressos médicos na Amazônia Ocidental. Revista Internacional de Humanidades Médicas, 2015; 4: 101–14.
SAKAI MH, CORDONI-JUNIOR L. Os egressos da medicina da Universidade Estadual de Londrina: sua formação e prática médica. Revista Espaço para a Saúde, 2004; 6(1): 34-47.
SCHEFFER M, et al. Demografia Médica no Brasil 2023. São Paulo, SP: FMUSP, AMB, 2023.
SOUZA GMB et al. Perfil do Egresso da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Revista Brasileira de Educação Médica, 2002; 26.
TORRES AR, et al. Inserção, renda e satisfação profissional de médicos formados pela Unesp. Revista Brasileira de Educação Médica, 2012; 36.
