Abstract
Objective: To develop pregnant women's knowledge and feelings about HIV/AIDS. Methods: This is an exploratory research with a qualitative approach, carried out with 10 pregnant women attended during prenatal care at a Health Center in the capital of Paraíba. Data collection took place through an interview script. The collected data were analyzed using the thematic content analysis technique, generating three categories: Pregnant women's knowledge about the general aspects of HIV/AIDS; Knowledge of pregnant women about HIV/AIDS during pregnancy and its treatment; Feelings of pregnant women regarding HIV/AIDS and a possible positive test. Results: Predominant profile of pregnant women aged between 20 and 30 years, married, complete high school and gross monthly between 3 and 4 wages. With regard to knowledge about HIV/AIDS, they mentioned that it is a disease transmitted through unprotected sex, sharps, the environment, kissing and hugging, with some pregnant women reporting that it is an autoimmune disease. The most evident feelings were: fear, despair, sadness, shock, astonishment, surprise and fright. Conclusion: An apparent persecution in the knowledge of some women, this result can be attributed to the silencing and stigmatization of the disease, requiring investment in health education.
References
BASTOS RA, et al. Fases psicológicas de gestantes com HIV: estudo qualitativo em hospital. Revista Bioética, 2019; 27: 281-288.
BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. (2016). Resolução nº 510/2016. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2016/Reso510.pdf. Acessado em: 31 outubro de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de doenças de condições crônicas e infecções sexualmente transmissíveis. O que é HIV. 2021. Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-e-hiv. Acessado em: 14 de novembro de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS). Testes rápidos de HIV e sífilis na atenção básica. 2021. Disponível em: https://aps.saude.gov.br/ape/cegonha/testerapido. Acessado em: 12 de dezembro de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. Boletim Epidemiológico: HIV/Aids. Brasília, 2020. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt- br/media/pdf/2020/dezembro/01/boletim-hiv_aids-2020-internet.pdf. Acessado em: 12 de novembro de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis. Cuidado integral às pessoas que vivem com HIV pela Atenção Básica. Brasília, 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ cuidado_integral_hiv_manual_multiprofissional.pdf. Acessado em: 10 de novembro de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Norma Operacional Nº 001/2013. Brasília, 2013. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/normativas-conep?view=default. Acessado em: 15 agosto de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução Nº 466 de 12 de dezembro de 2012. Brasília, 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf. Acessado em: 15 agosto de 2022.
COFEN. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN nº 564/2017. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-5642017_59145.html. Acessado em: 20 outubro de 2022.
FEITOSA MFF, et al. Análise epidemiológica e espacial de HIV/AIDS em crianças e gestantes. Revista de enfermagem UFPE on line, 2020; 14(e): 1-8.
FONSECA LKS, et al. Análise da estigmatização no contexto do HIV/AIDS: Concepções de pessoas que vivem com o HIV/AIDS. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 2020; 13(12): 1-14.
FONTANELLA BJB, et al. Amostragem em pesquisa qualitativa: proposta de procedimentos para constatar saturação teórica. Caderno de Saúde Pública, 2011; 27(2): 388-94.
GOULART CS, et al. Percepção do enfermeiro da atenção básica acerca do atendimento à gestante soropositiva. Journal of Health & Biological Sciences, 2018; 6(3): 286-292.
LIMA CF, et al. Mulheres vivendo com HIV, maternidade e saúde: revisão integrativa. Revista Periódicus, 2021: 2(16): 57-80.
MELO MS, et al. Teste rápido para o HIV durante o pré-natal. Rev. enferm. UFPE on line, 2021; 1-14.
MIGUEL RL, et al. Ocorrência de pessoas infectadas pelo HIV que realizam tratamento com antirretroviral em uma cidade do sul do Brasil: um desafio aos profissionais de saúde. Clin. biomed. res, 2019; 140-143.
MINAYO MCS. O desafio do conhecimento: Pesquisa qualitativa em saúde. 14.ed. São Paulo: Hucitec, 2014.
ONU. entidade das nações unidas para igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres. onu mulheres. HIV e aids. 2021. Disponível em: http://www.onumulheres.org.br/areas-tematicas/apoio-intergovernamental/. Acessado em: 17 de setembro de 2022.
OPAS. Organização Pan-Americana da Saúde. Organização Mundial da Saúde. HIV/aids. Brasília, 2021. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/hivaids. Acessado em: 15 de outubro de 2022.
RUFINO SO, et al. Linhas de cuidados em saúde às crianças expostas ao HIV. Rev. enferm. UFPE on line, 2021; 1-14.
SANTOS RRG, et al. The professional's perception for the implantation of the rapid test for HIV and Syphilis in Rede Cegonha. Revista Psicologia e Saúde, 2018; 10(3): 17-29.
SILVA CM, et al. Epidemiological overview of HIV/AIDS in pregnant women from a state of northeastern Brazil. Revista brasileira de enfermagem, 2018; 71: 568-576.
TRAEBERT J, et al. The burden of AIDS: a time series analysis of thirty-five years of the epidemic in Brazil. AIDS care, 2018; 30(11): 1413-1420.
TRINDADE LNM, et al. HIV infection in pregnant women and its challenges for the prenatal care. Rev Bras Enferm. 2021;74(Suppl 4): e20190784.
