Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
The interference of common mental disorders in the control of systemic arterial hypertension and diabetes mellitus
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Social support
Diabetes mellitus
Hypertension
Mental disorders
Primary care

How to Cite

The interference of common mental disorders in the control of systemic arterial hypertension and diabetes mellitus. (2024). Electronic Journal Collection Health, 24(8), e15815. https://doi.org/10.25248/reas.e15815.2024

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: Identify the correlation between Common Mental Disorders (CMD) and Systemic Arterial Hypertension (SAH) and Diabetes Mellitus (DM), evaluating their interference in treatment and management of these, in patients treated at five Basic Health Units (UBS) in the city, and their support network. Methods: It is a quantitative cross-sectional study, with analytical and descriptive approach, carried out with 102 patients, both sexes, over 18 years old, with high blood pressure or diabetes. A semi-structured questionnaire was used, TMC using the SRQ-20 and social support network using the MOSS Scale to identify the patients' socioeconomic/demographic profile. Results: The sample contained a predominance of females 60.8%, white 41.2%, in the age groups of 41 to 50 years and 70 to 81 years, 90.2% SAH and 50, 3% DM, low educational level and with children. Of these, 46.1% had CMD. Data analysis did not identify a correlation between TCM and control of SAH and DM. Furthermore, the presence of satisfactory social support (material, emotional, affective and positive interactions) was noted. Conclusion: Comorbid CMD did not interfere in the management and control of SAH and DM in the sample evaluated.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ANDRADE DHM, et al. Prevalência de transtornos mentais comuns em hipertensos e diabéticos em uma unidade básica de saúde. Temas da Diversidade: Experiências e Práticas de Pesquisa, [S.L.], 2020; 530-538.

AXIMIANO-BARRETO MA, et al. A feminização da velhice: uma abordagem biopsicossocial do fenômeno. Interfaces Científicas - Humanas e Sociais, [S.L.]. 2019; 8(2): 239-252.

ARAGÃO EIS, et al. Distintos padrões de apoio social percebido e sua associação com doenças físicas (hipertensão, diabetes) ou mentais no contexto da atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, [S.L.], jul. 2017; 27(7): 2367-2374.

AVILA CORREIA C. Diabetes, saúde mental e qualidade de vida relacionada à saúde em estudo de base populacional. 2020. 146 f. Tese (Doutorado) - Curso de Faculdade de Ciências Médicas, Faculdade Estadia de Campinas, Campinas, 2020.

BARROSO WKS, et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Brazilian Guidelines of Hypertension – 2020. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2021; 3(116): 516-658.

BORGES TL, et al. Transtornos mentais comuns e uso de osicofármacos em mulheres atendidas em unidades básicas de saúde em um centro urbano brasileiro. Revista Panamericana de Salud Pública. 2015; 38(3): 195–201.

BRASIL. Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasilia: Ministério da Saúde, 2020.

DA SILVA MGC e DA SILVA DOMINGOS T. Hipertensão arterial e cuidados com a saúde: concepções de homens e mulheres. [S.L.]. 2018; 19(2): 435-452.

DESAI R, et al. Temporal Trends in the Prevalence of Diabetes Decompensation (Diabetic Ketoacidosis and Hyperosmolar Hyperglycemic State) Among Adult Patients Hospitalized with Diabetes Mellitus: a nationwide analysis stratified by age, gender, and race. Cureus, [S.L.]. 2019; 11(4): 1-14.

DUARTE LS, et al. Doenças crônicas não transmissíveis DCNT: probabilidade incondicional de morte prematura por doenças crônicas não transmissíveis. Bepa. Boletim Epidemiológico Paulista, [S.L.]. 2023, 20: 1-10.

FIELD A. Descobrindo a estatística usando o SPSS. 5. ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2021.

FIGUEIREDO AEB, et al. Doenças crônicas não transmissíveis e suas implicações na vida de idosos dependentes. Ciência & Saúde Coletiva, [S.L.]. 2021; 26(1): 77-88.

FIOROTTI C, et al. Transtornos mentais comuns em pacientes hipertensos: estudo em unidade de atenção primária à saúde no Rio de Janeiro. Revista de APS, [S. L.]. 2009; 12(3).

FLECK MP, et al. Revisão das diretrizes da Associação Médica Brasileira para o tratamento da depressão (Versão integral). Revista Brasileira de Psiquiatria, [S.L.].2009; 31(1): 7-17.

GARCIA LG e SANTOS JDLB. Saúde mental: abordagens e estratégias para a promoção do cuidado. 2. ed. Palmas: EDUFT, 2021.

GOLBERT A, et al. Diretrizes Sociedade Brasileira de Diabetes 2019-2020. São Paulo: Clannad Editora Científica, 2019.

GOLDBERG D. A bio‐social model for common mental disorders. Acta Psychiatrica Scandinavica, [S.L.]. 1994; 90(385): 66-70.

GRAPIGLIA CZ, et al. Fatores associados aos transtornos mentais comuns: estudo baseado em clusters de mulheres. Revista de Saúde Pública, [S.L.]. 2021; 55: 77.

GROSS JL, et al. Diabetes Melito: diagnóstico, classificação e avaliação do controle glicêmico. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, [S.L.]. 2002; 46(1): 16-26.

HAUKOOS JS e LEWIS RJ. Advanced Statistics: bootstrapping confidence intervals for statistics with “difficult” distributions. Academic Emergency Medicine, [S.L.]. 2005;12(4): 360-365.

KIM BH e KIM J. Development and Validation of Evaluation Indicators for Teaching Competency in STEAM Education in Korea. Eurasia Journal Of Mathematics, Science And Technology Education, [S.L.]. 2016; 12(7): 1909-1924.

LAKENS D. Calculating and reporting effect sizes to facilitate cumulative science: a practical primer for t-tests and anovas. Frontiers In Psychology, [S.L.]. 2013; 4.

MORAIS JD, et al. Apoio social e satisfação de hipertensos com a atenção básica: construção de um índice sintético. Saúde em Debate, [S.L.]. 2019; 43(121): 477-488.

MURCHO N, et al. Transtornos mentais comuns nos Cuidados de Saúde Primários: um estudo de revisão. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, [S.L.].2016; 15: 30-36.

ONOFRI JÚNIOR VA, et al. Elderly health care in the Family Health Strategy and the prevalence of common mental disorders. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, [S.L.]. 2016; 19(1): 21-33.

SANTOS MA, et al. Representações sociais de pessoas com diabetes acerca do apoio familiar percebido em relação ao tratamento. Revista da Escola de Enfermagem da Usp, [S.L.]. 2011; 45(3): 651-658.

SERDAR CC, et al. Sample size, power and effect size revisited: simplified and practical approaches in pre-clinical, clinical and laboratory studies. Biochemia Médica, [S.L.]. 2021; 31(1): 27-53.

SILVA AR, et al. Doenças crônicas não transmissíveis e fatores sociodemográficos associados a sintomas de depressão em idosos. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, [S.L.]. 2017; 66(1): 45-51.

SOUSA NF da S, et al. Association of major depressive disorder with chronic diseases and multimorbidity in Brazilian adults, stratified by gender: 2019 national health survey. Revista Brasileira de Epidemiologia, [S.L.]. 202; 24(2).

SOUZA LPS, et al. Prevalência de transtornos mentais comuns em adultos no contexto da Atenção Primária à Saúde. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, [S.L.]. 2017; 1(18): 59-66.

STEEL Z, et al. The global prevalence of common mental disorders: a systematic review and meta-analysis 1980-2013. International Journal Of Epidemiology, [S.L.]. 2014; 43(2): 476-493.

TAVARES R dos S e SILVA DMGV. A implicação do apoio social no viver de pessoas com hipertensão arterial. Revista Gaúcha de Enfermagem, [S.L.]. 2013; 34(3): 14-21.