Abstract
Objective: To evaluate the frequency and risk factors for infection by enteroparasites among inmates of a male penitentiary in a city in the state of Alagoas. Methods: Coproparasitological examinations were carried out according to Lutz and Kato-Katz. G and Fischer's exact tests were used to evaluate associations. Results: A total of 245 inmates participated in the study by answering the questionnaire and undergoing the coproparasitological examination. The prevalence found was 89.8%. There was a predominance of infection by Ascaris lumbricoides, followed by Hookworms. Elementary education was the highest level of study undertaken. Most were married. The water used for drinking, bathing and cleaning the cells came from the public supply. Only the frequency of cell cleaning showed a significant association. Conclusion: A. lumbricoides was the most prevalent enteroparasite. Furthermore, it demonstrates the need to implement health education programs in an attempt to eradicate and/or combat its transmission.
References
ABRAHAM RS, et al. Prevalência de enteroparasitoses em reeducandos da Penitenciária Maurício Henrique Guimarães Pereira de Presidente Venceslau – SP. Rev. bras. anal. clin; 2007; 39(1): 39-42.
BARÇANTE TA, et al. Enteroparasitoses em crianças matriculadas em creches públicas do município de Vespasiano, Minas Gerais. 2008; 37 (1): 33-42.
BARRETO JG. Deteccao da incidencia de enteroparasitos nas crianças carentes da cidade de Guacui – ES. RBAC, 2006; vol. 38(4): 221-223.
COSTA SS, et al. Ocorrência de parasitas intestinais em material subungueal e fecal em crianças de uma creche no município de Maceió-Alagoas. PEDIATRIA, 2009; 31(3): 198-203.
DIUANA V, et al. Saúde em prisões: representações e práticas dos agentes de segurança penitenciária no Rio de Janeiro, Brasil. Cad. Saúde Pública, 2008; 24(8): 1887-1896.
FERREIRA H, et al. Estudo Epidemiológico localizado da frequência e fatores de risco para enteroparasitose e sua correlação com o estado nutricional de crianças em idade pré-escolar. Biol. Saúde, 2006; 12 (4): 33-40.
FONTES G, et al. Influência do tratamento específico na prevalência de enteroparasitoses e esquistossomose mansônica em escolares do município de Barra de Santo Antônio, AL. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2003, 36(5): 625-628.
LINJARDI J e SILVA WR. Tratamento digno e observância dos direitos Individuais. Os dois lados de uma só realidade. As possíveis razões da convivência pacífica entre presos e agentes penitenciários no âmbito da Penitenciária estadual de Maringá. Gestão de Políticas Públicas no Paraná, 2006; 289- 293.
KOMAGOME SH, et al. Fatores de risco para infecção parasitária intestinal em crianças e funcionários de creche. Cienc Cuid Saude, 2007; 6(2):442-447.
MARQUES SMT, et al. Prevalência de enteroparasitoses em Concórdia, Santa Catarina, Brasil. Parasitol Latino am, 2005; 60: 78 – 81.
BRASIL. Plano nacional de vigilância e controle das enteroparasitoses. Ministério da saúde, Secretaria de vigilância em saúde; 2005.
MIRANDA AE, et al. Saúde sexual e reprodutiva em penitenciária feminina, Espírito Santo, Brasil. Revista de Saúde Pública, 2004; 38(2): 255-60.
OLIVEIRA UD e CHIUCHETTA SR. Ocorrência de enteroparasitoses na população do Município de Goioerê –PR. UNICiências, 2010; 14 (2).
PALMEIRA DCC, et al. Prevalence of Schistosoma mansoni infection in two municipalities of the State of Alagoas, Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2010; 43(3):313-317.
RIOS L, et al. Prevalência de Parasitos Intestinais e Aspectos Socioambientais em Comunidade Indígena no Distrito de Iauaretê, Município de São Gabriel da Cachoeira (AM), Brasil. Saúde Soc., 2007; 16 (2), 76-86.
ROCHA RS, et al. Avaliação da esquistossomose e de outras parasitoses intestinais, em escolares do município de Bambuí, Minas Gerais, Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2000; 33: 431-436.
RUMHEIN FA, et al. Parasitosis intestinales em escolares: relación entre su prevalencia en heces y en El lecho subungueal. Rev Biomed, 2005; 16: 227-237.
SALES TFSM. Detecção de enteroparasitas e organismos do zooplâncton em água de consumo humano: risco à saúde pública. Dissertação de mestrado (Mestrado em nutrição) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, 2006; 102.
SANCHES FG, et al. Parasitismo intestinal na comunidade rural de Marancó, município de Santa Brígida, Estado da Bahia, Brasil. Saúde Física & Mental, 2013; 3 (2).
SILVA JVLS. Parasitoses, estado nutricional, consumo alimentar e indicadores sociais em crianças e adolescentes residentes em uma área de invasão em Maceió, Alagoas. Dissertação de mestrado (Mestrado em ciências da saúde) – Universidade Federal de Alagoas, Maceió, Alagoas Núcleo de ciências da saúde, 2008; 137.
SOSA HA, et al. Parasitismo intestinal en una población infantil venezolana. Medisan, 2013; 17 (5): 743.
TEIXEIRA SF, et al. Avaliação de enteroparasitoses em detentos da Penitenciária Dr. Manoel Martins Lisboa Júnior, em Muriaé (MG). Revista científica da faminas, 2011; 7(2).
VITORINO RR, et al. Esquistossomose mansônica: diagnóstico, tratamento, epidemiologia, profilaxia e controle. Rev Bras Clin Med, 2012; 10(1): 39-45.
