Abstract
Objective: To identify the level of occupational stress faced by professionals working in Intensive Care Units and to classify organizational stressors, relating them to their severity. Method: Cross-sectional observational study with a qualiquantitative approach conducted in Intensive Care Units of a hospital in Paraná with the multiprofessional team. The shortened version of the Work Stress Scale (WSS) and a semi-structured questionnaire were applied. Quantitative analysis was performed with data collected in Excel and analyzed via SPSS, while qualitative analysis was based on the Bardin method to identify stressors. Results: Contrary to the literature, the majority of professionals presented low stress levels. It was also identified that professionals with multiple employment contracts tend to have a higher level of stress. Factors such as communication and interpersonal relationships were relevant as stress triggers in this environment. Conclusion: The study highlights the complexity of occupational stress and the need for research on the topic, as it directly impacts the employee and also the employing company.
References
ANDOLHE, R et al. Estresse, coping e burnout da Equipe de Enfermagem de Unidades de Terapia Intensiva: fatores associados. Revista da Escola de Enfermagem da Usp. 2015; 49: 58-64.
BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70. 1977; 1.
CANHANGA, LA. A falta de motivação e o impacto nos colaboradores: um estudo de caso no Ministério da Geologia e Minas. 2020; 1(1).
CARLOS E, CANDRINHO GC. STRESS OCUPACIONAL EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE: UM ESTUDO COM ENFERMEIROS DE UM HOSPITAL PÚBLICO. Boletim Interfaces da Psicologia da Ufruralrj, Rio de Janeiro. 2021; 5: 1-12.
CASAGRANDE, Cecilia et al. Estresse ocupacional em médicos intensivistas no Uruguai. Revisa Médica Del Uruguay. 2022; 38(1).
ESTEVES GGL et al. Fadiga e Estresse como preditores do Burnout em Profissionais da Saúde. Revista Psicologias Organizações e Trabalho. 2019; 19: 695-702.
GOULART SO,et al. Estresse ocupacional em técnico-administrativos de uma instituição pública federal de educação profissional e tecnológica. Administração: Princípios de Administração e Suas Tendências. Editora Científica Digital. 2021; 2: 157-172.
HIRSCHLE ALT e GONDIM SMG. Estresse e bem-estar no trabalho: uma revisão de literatura. Ciência e Saúde Coletiva. 2020; 25: 2721-2736.
LEITE AC et al. Evidências científicas sobre fatores de estresse em profissionais de enfermagem que atuam em Unidade de Terapia Intensiva. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento. 2021; 10(2): 1-20.
LIMA AG et al. Estresse ocupacional vivenciado por profissionais de enfermagem de uma unidade de terapia intensiva do agreste de Pernambuco. Brazilian Journal Of Health Review. 2021; 4: 2316-2337.
LIMA LA de O et al., Estresse ocupacional e as implicações para a saúde mental de profissionais da saúde: uma revisão sistemática. CONTRIBUCIONES A LAS CIENCIAS SOCIALES. 2024; 17: 5553–5569.
LIMA YA, et al. Síndrome de Burnout e qualidade de vida em fisioterapeutas intensivistas do Estado de Sergipe. ASSOBRAFIR Ciência. 2021; 1.
MACEDO, ATS et al. Estresse Laboral em Profissionais da Saúde na Ambiência da Unidade de Terapia Intensiva. Revista Interdisciplinar e de Psicologia. 2018; 12: 524-547.
MARTINS DG, GONCALVES J. Estresse Ocupacional em Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Rev. Psicol. Saúde, Campo Grande. 2019; 11: 3-17.
MUNHOZ OL et al. Estresse ocupacional e burnout em profissionais de saúde de unidades de perioperatório. Acta Paulista de Enfermagem. 2020; 33: 1-7.
NASCIMENTO LL. Síndrome de Burnout na Unidade de Terapia Intensiva adulto em profissionais de enfermagem. 2017. Monografia (Especialização) - Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Assistência de Enfermagem de Média e Alta Complexidade, Para A Obtenção do Título de Especialista em Terapia Intensiva, Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Enfermagem, Belo Horizonte, 2017; 37.
NETO EMN et al. Factors associated with occupational stress among nursing professionals in health services of medium complexity. Revista Brasileira de Enfermagem. 2020; 73: 1-9.
NEVES TV et al. Risk factors for stress in professionals at the North emergency care unit in Palmas, Tocantins, Brazil. Revista Brasileira Medicina do Trabalho. 2022; 20(4).
PASCHOAL T, TAMAYO A. Validação da escala de estresse no trabalho. Estudos de Psicologia. 2004; 64.
PINHEIRO JMG et al. Qualidade de vida profissional e estresse ocupacional em trabalhadores de enfermagem durante pandemia por COVID-19. Revista Gaucha de Enfermagem. 2023; 1.
RIBEIRO KV. Estressores ocupacionais e níveis de estresse em enfermeiros de unidades de internação clínica. 2017. Dissertação (Doutorado) - Curso de Enfermagem, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017; 92.
RIBEIRO KV et al. Estresse ocupacional e fatores estressores em enfermeiros de unidades de internação clínica. Revista Baiana de Saúde Pública. 2020; 44: 81-94.
TYLL MAG et al. Estresse ocupacional em profissionais de saúde da terapia intensiva. Revista Amazônia. 2023; 11: 16-30.
