Abstract
Objective: To analyze the knowledge that health students have regarding health care and actions with the LGBTQIA+ population. Methods: Descriptive study, carried out with 71 students from a private college in the city of Belo Horizonte, Minas Gerais, studying nursing, physiotherapy, medicine and psychology. Application of a semi-structured interview, using the projective story drawing technique and free evocation of words, between August and November 2020. The textual corpus were divided into groups. The data were analyzed using the Interface de R Pourles Analyzes Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires software. Results: The analytical categories emerged: Difficulty interacting with the LGBTQIA+ public and Concept of the transsexualization process and its relationship with the training process. The prevalent words were empathy and respect. The students considered themselves unprepared and fearful about serving the LGBTQIA+ public and with a focus on transsexuals, so many interviewees' knowledge came from participating in external events. The challenge of advancing the approach to the topic in the training process is projected. Conclusion: It is concluded that addressing the development of skills of future health professionals regarding assistance to the LGBTQIA+ population is urgent.
References
AIELLO-VAISBERG TMJ. Investigação de representações sociais. In: TRINCA, W. (Org.). Formas compreensivas de investigação psicológica: procedimentos de desenhos-estórias – procedimento de desenhos de famílias com estórias. São Paulo: Vetor, 2013; 1: 225-228.
BRASIL. Manual do Ministério de Saúde. 2015. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/transexualidade_travestilidade_saude.pdf. Acessado em: 02 de junho de 2024.
BRASIL. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do Ministério de Saúde. 2013. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_lesbicas_gays.pdf. Acessado em: 02 de junho de 2024.
BRASIL. Portaria no 2.836, de 1 de Dezembro de 2011 do Ministério de Saúde. 2011 Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2836_01_12_2011.html. Acessado em: 02 de junho de 2024.
BROWN W. American Nightmare: Neoliberalism, Neoconservati sm and De- Democrati zati on. Politi cal Theory, 2006; 34(6): 690–714.
CAREGNATO RCA e MUTTI R. Qualitative research: discourse analysis versus content analysis. Texto Contexto Enferm, 2006; 15(4): 679–84.
CECCIM RB e FEUERWERKER LCM. O quadrilátero da formação para a área da saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. Physis, 2004; 14(1): 41-65.
CHRISOSTOMO KR, et al. O que o profissional da saúde precisa saber a respeito do atendimento às pessoas transexuais ou transgênero. Med (Ribeirao Preto Online); 2021; 54(4): 180051.
DE CARVALHO PEREIRA LB e CHAZAN ACS. O Acesso das Pessoas Transexuais e Travestis à Atenção Primária à Saúde: uma revisão integrativa. Rev Bras Med Fam Comunidade, 2019; 14(41): 1795.
GREEN JN, et al. História do movimento LGBT no Brasil. São Paulo: Alameda, 2018.
IRINEU BA e OLIVEIRA BA. Proteção social e população lgbti na américa latina: uma análise crítica das experiências do Brasil e do Uruguai. Humanidades & Inovação, 2021; 8(39): 32–44.
LIM FA e HSU R. Nursing students’ attitudes toward lesbian, gay, bisexual, and transgender persons: An integrative review. Nurs Educ Perspect, 2016; 37(3): 144–52.
LIMA ÁM, et al. Atributos da Atenção Primária à Saúde e ferramentas de medicina de família no atendimento às diversidades sexual e de gênero: Relato de caso. Rev Bras Med Fam Comunidade, 2019; 14(41): 1785.
MISKOLCI R, et al. Desafios da saúde da população LGBTI+ no Brasil: uma análise do cenário por triangulação de métodos. Cien Saude Colet, 2022; 27(10): 3815–24.
MONTEIRO S e BRIGEIRO M. Experiências de acesso de mulheres trans/travestis aos serviços de saúde: avanços, limites e tensões. Cad Saúde Pública, 2019; 35(4): 00111318.
NEGREIROS FRN, et al. Saúde de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais: da formação médica à atuação profissional. Rev Bras Educ Med, 2019; 43(1): 22-31.
NOGUEIRA FJ de S e ARAGÃO TAP. Política nacional de saúde integral LGBT: o que ocorre na prática sob o prisma de usuários (as) e profissionais de saúde. Saúde pesquisa, 2019; 12(3): 463.
OMS. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Guia Saúde sexual, direitos humanos e a lei. 2020. Disponível em: https ://apps.who.int/iris/handle/10665/175556. Acessado em: 02 de junho de 2024.
PARANHOS WR, et al. Formação dos profissionais de saúde para o atendimento de LGBTQI+. Interface, 2021; 25: 200684.
PINA-OLIVEIRA AA, et al. Complementaridades entre análise temática e lexical sobre abordagens das minorias sexuais e de gênero na graduação em saúde. In: Atas: Investigação qualitativa em saúde, 2019: 1647–54.
PINTO TP, et al. Silicone líquido industrial para transformar o corpo: prevalência e fatores associados ao seu uso entre travestis e mulheres transexuais em São Paulo, Brasil. Cad Saude Publica, 2017; 33(7).
REIS SL de A e BELLINI M. Representações sociais: teoria, procedimentos metodológicos e educação ambiental. Acta Sci Hum Soc Sci, 2011; 33(2).
ROCON PC, et al. Desafios enfrentados por pessoas trans para acessar o processo transexualizador do Sistema Único de Saúde. Interface (Botucatu), 2019; 23: 180633.
ROCON PC, et al. O que esperam pessoas trans do Sistema Único de Saúde? Interface [Internet], 2017; 22(64): 43–53.
RODRIGUES DS, et al. Abrindo o jogo: sentidos atribuídos por estudantes de medicina sobre a consulta médica à população LGBT. Em: Alicerces e Adversidades das Ciências da Saúde no Brasil 4. Atena Editora; 2019: 20–30.
SILVA A de CA da, et al. Implementação da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNSI LGBT) no Paraná, Brasil. Interface, 2020; 24: 190568.
SILVA RGLB da, et al. Os impactos das identidades transgênero na sociabilidade de travestis e mulheres transexuais. Rev Ter Ocup Univ São Paulo [Internet], 2015; 26(3): 364.
