Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
Prevalence and factors associated with polypharmacology in the elderly in the family health strategy
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Polypharmacy
Elderly health
Family Health Strategy

How to Cite

Prevalence and factors associated with polypharmacology in the elderly in the family health strategy. (2024). Electronic Journal Collection Health, 24(10), e17901. https://doi.org/10.25248/reas.e17901.2024

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To identify the prevalence and factors associated with polypharmacy in elderly people assisted in a family health strategy in a municipality in the state of Piauí. Methods: This is a descriptive study with a quantitative approach, carried out with a sample of 61 elderly people who belong to the area covered by the family health strategy. Data were collected using a form, with socioeconomic variables, clinical variables related to the elderly and variables related to polypharmacy. Results: It was found that 26.2% of elderly people were on polypharmacy and a significant association was observed with the frequency of consultations, osteoporosis, mental suffering, rheumatism, gastrointestinal diseases and cardiovascular, nervous system and endocrine system complications. Conclusion: Polypharmacy proved to be a worrying reality, aggravated by the clinical conditions of the elderly and self-medication. Therefore, the importance of planning health and patient safety surveillance actions to promote the rational and safe use of medicines is higlighted.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ALMEIDA NA, et al. Prevalência e fatores associados à polifarmácia entre idosos residentes na comunidade. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol, 2017; 20(1): 143-153.

ARRAIS PSD, et al. Prevalência da automedicação no Brasil e fatores associados Paulo Sérgio Dourado Arrais. Revista de Saúde Pública. 2016;50(supl 2):13s

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE PESQUISA (ABEP). Critério de Classificação Econômica Brasileira, 2019. Disponível em: https://www.abep.org/. Acesso em 24 Ago 2021.

BATISTA SCM. et al. Polifarmácia, atenção farmacêutica e cuidado farmacêutico. Journal of Biology & Pharmacy and Agricultural Management, 2020; 16(4).

BICHARA KS, et al. Impactos da polifarmácia na saúde e na qualidade de vida da população idosa. Brazilian Journal of Health Review, 2023; 6(3): 8685-8695.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html. Acesso em: 24 mai. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Contribuições para a promoção do Uso Racional de Medicamentos [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. 127 p.

BRASIL. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 13 jun. 2013. Disponível em: http://bit.ly/1mTMIS3 > Acesso em: 10 jun. 2024.

BRITO BB, et al. Fatores associados à osteoporose em idosos: um estudo transversal. Conjecturas, 2022; 22(5); 493-506.

CHAVES SCS, et al. Intervenções não farmacológicas ofertadas ao usuário com transtorno mental comum na atenção primária à saúde. Journal of Nursing and Health, 2019; 9(3).

COSTA GM, et al. Fatores associados à polifarmacoterapia entre idosos assistidos pela estratégia de saúde da família. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2017; 20(4): 528-537.

COSTA MP e DAMASCENA RS. Perfil de Usuários de Omeprazol e Considerações Sobre Seu Uso Racional: Uma Revisão Bibliográfica/Profile of Omeprazol Users and Considerations About Their Rational Use: A Bibliographic Review. Revista de Psicologia, 2020; 14 (50);1185-1196.

FERREIRA EE, et al. A importância do uso de fitoterápicos como prática alternativa ou complementar na atenção básica: revisão da literatura. Research, Society and Development, 2022; 11(1): e44611124643-e44611124643.

GOMES CS, et al. Fatores associados às doenças cardiovasculares na população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde, 2019. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2021; 24: e210013.

GOMES FWC, et al. O papel do tratamento farmacológico e não farmacológico na redução de recidiva no transtorno de ansiedade generalizada. Revista Interdisciplinar em Saúde, 2023; 10: 210-221.

GUIMARÃES MSA, et al. Estratégia saúde da família e uso racional de medicamentos: o trabalho dos agentes comunitários em Palmas (TO). Trabalho, Educação e Saúde, 2017; 15: 183-203.

INSANI WN, et al. Prevalência de reações adversas a medicamentos no ambiente de cuidados primários: uma revisão sistemática e meta-análise. PLoS one, 2021; 5: e0252161.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo Demográfico, 2022. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/. Acesso em: 05 maio. 2024.

JORGE MSB, et al. Apoio matricial, projeto terapêutico singular e produção do cuidado em saúde mental. Texto & Contexto-Enfermagem, 2015; 24: 112-120.

LOBO M. Polifarmácia no idoso - Consequências, Desafios e Estratégias de Abordagem. Dissertação (Mestrado em Medicina) - Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto. Porto, Portugal. 2019; 50 p

MAGALHÃES MS, et al. Fatores associados ao uso de medicamentos considerados alta hospitalares para os idosos. Einstein (São Paulo),2019; 18.

MAINARDES VC, et al. A polifarmácia em idosos de uma instituição de longa permanência. Revista Valore, 2022; 7: 7027.

MARQUES GFM, et al. Polifarmácia e medicamentos potencialmente inapropriados para idosos na enfermagem gerontológica. Revista Brasileira de Enfermagem, 2018; 71; 2440- 2446.

MASNOON N, et al. O que é polifarmácia? Uma revisão sistemática de definições. Geriatria BMC, 2017; 17: 1-10.

NASCIMENTO RCRM, et al. Disponibilidade de medicamentos essenciais na atenção primária do Sistema Único de Saúde. Revista de Saúde Pública. 2017;51 Supl 2:10s.

OKARENSKI G, et al. Avaliação do sono em pacientes com hipotireoidismo e fatores associados. Revista Stricto Sensu, 2019; 4(1); 22-30.

OLIVEIRA AS. Transição demográfica, transição epidemiológica e envelhecimento populacional no Brasil. Hygeia-Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 2019; 15(32); 69-79.

OLIVEIRA PM, et al. Ações intervencionistas no alivio dos sintomas de doenças reumáticas em idosos. Revista Univap, 2021; 27(53).

OLIVEIRA RP, et al. Sistematização da assistência de enfermagem na prevenção das interações medicamentosas entre idosos em polifarmácia. In: SAMPAIO, E. C. Envelhecimento humano: desafios contemporâneos. Científica Digital, 2020; 621- 632.

RADOMINSKI SC, et al. Brazilian guidelines for the diagnosis and treatment of postmenopausal osteoporosis. Revista Brasileira de Reumatologia.2017; 57(2); s452-s466.

RAMIRES RO, et al. Automedicação em usuários da Atenção Primária à Saúde:motivadores e fatores associados. Semina: Ciências Biológicas e da Saúde, 2022; 43(1): 75-86.

REZENDE GR, et al. Prevalência e fatores associados à polifarmácia em idosos residentes em rio branco, acre, brasil: estudo transversal de base populacional, 2014. Epidemiologia nos Serviços de Saúde. 2021; 30 (2): 1-12.

ROCHA IP, et al. Farmacodinâmica e farmacocinética nas interações medicamentosas geriatricas: reflexão sobre medicamentos potencialmente inadequados. Revista Humanidades e Inovação. 2021; 8 (45): 91-102.

SCHOPF K, et al. Prevenção Quaternária: da medicalização social à atenção integral na Atenção Primária à Saúde. Escola Anna Nery, 2021; 26: e20210178.

SILVA AF e SILVA JP. Polifarmácia, automedicação e uso de medicamentos potencialmente inapropriados: Causas de intoxicações em idosos. Rev. Minas Gerais, 2022; 32: e32101.

SOUSA PHSF, et al. Enfermagem na prevenção da depressão no idoso. Brazilian Journal of Development, 2020; 6(9);70446-70459.

SOUZA ES, et al. Depressão e hipotireoidismo: Uma revisão sistemática. Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social, 2023; 9(2):1–16.

TESSER CD e NORMAN AH. Prevenção quaternária e medicalização: conceitos inseparáveis. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, 2021; 25: e210101.

TINÔCO EEA, et al. Polifarmácia em idosos: consequências de polimorbidade. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research, 2021; 35(2): 79-85.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). ATC/DDD Index 2021 [Internet]. 2017.Disponível em: » http://www.whocc.no/atc_ddd_index. Acesso em: 23 mai. 2023.