Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
Communication in palliative care as a factor in improving patients’ quality of life
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Palliative care
Communication
Quality of life
Humanization

How to Cite

Communication in palliative care as a factor in improving patients’ quality of life. (2025). Electronic Journal Collection Health, 25, e18107. https://doi.org/10.25248/reas.e18107.2025

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To synthesize the evidence available in the literature that demonstrates how PC communication impacts on improving the patient's quality of life. Methods: This is an Integrative Literature Review of articles from 2019 to 2024. To develop the research question, the PICo strategy was used, with the following question: Is communication in palliative care an instrument that affects the quality of life of patients? The search for articles was carried out in the LILACS, MEDLINE, BDENF, SCIELO and PUBMED databases. Results: After the inclusion and exclusion criteria, 819 articles were obtained, with the final sample consisting of 09 studies. High-quality communication between physicians and patients is developed through practices that occur at the individual level, at the team level, at the system level and with the participation of patients and family members. Studies confirm that to improve communication in palliative care and provide effective and safe care, the use of tools is of utmost importance to provide a quality of life for these patients who no longer see any prospect of a cure. Final considerations: An appropriate and sensitive approach is essential to improve the quality of life of patients and their families.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ALVES RSF e OLIVEIRA FFB. Cuidados paliativos para profissionais de saúde: avanços e dificuldades. Psicologia: Ciência e Profissão, 2022; 42(5): 238471.

ALVES RSF, et al. Cuidados paliativos: alternativa para o cuidado essencial no fim da vida. Psicologia: Ciência e Profissão, 2019; 39(6): 185734.

ANCP. Análise situacional e recomendações para estruturação de programas de cuidados paliativos no Brasil. 2018 .ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS. Disponível em: https ://paliativo.org.br/analise-situacional-recomendacoes-ancp-desenvolvimento-cuidados-paliativos-brasil/. Acesso em: 23 junho. 2024.

ANDERSON RJ, et al. Communication between healthcare professionals and relatives of patients approaching the end-of-life: A systematic review of qualitative evidence. Palliative medicine, 2019; 33(8): 926-941.

ARAÚJO WCO. Recuperação da informação em saúde: construção, modelos e estratégias. Convergências em Ciência da Informação, 2020; 2: 100-134.

ASTARITA JGA e GOLDIM JR. Compreensão e comunicação de cuidados paliativos em neonatologia: abordagem bioética. Revista Bioética, 2023; 31(4): 3575PT.

BACK AL. Patient-clinician communication issues in palliativecare for patientswithadvancedcancer. JournalofClinicalOncology, 2020; 38(9): 866-876.

BRASIL. Portaria GM/MS nº 3.681, de 7 de maio de 2024. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2024/prt3681_22_05_2024.html. Acesso em: 23 jun. 2024.

CAMPOS FC, et al. Comunicação em cuidados paliativos: equipe, paciente e família. Revista Bioética, 2019; 27(4): 1590/1983-80422019274354.

CAPALBO AC, et al. Comunicação centrada no paciente em cuidados paliativos. Revista Tópicos, 2024; 2(5): 1-12.

CASTRO MCF, et al. Dor total e teoria do conforto: implicações no cuidado ao paciente em cuidados paliativos oncológicos. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2021; 42(4): 20200311.

CAVALCANTE LTC e OLIVEIRA AAS. Métodos de revisión bibliográfica enlosestudios científicos. Psicologia em Revista, 2020; 26(1): 83-102.

CLARK D, et al. Mapping level sof palliative care development in 198 countries: thesituation in 2017. Journal of pain and symptom management, 2020; 59(4): 794-807.

DA SILVA JLR, et al. Comunicação na transição do paciente oncológico para os cuidados paliativos: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, 2021; 10(4): 38210414302.

DE SOUZA TM, et al. Papel da comunicação em saúde frente aos cuidados paliativos na unidade de terapia intensiva. Brazilian Journal of Development, 2020; 6(11): 93059-93066.

DIAS HM, et al. Cuidados paliativos odontológicos a pacientes com câncer de cabeça e pescoço em Unidades de Terapia Intensiva: uma revisão integrativa da literatura. Research, Society and Development, 2021: 10(15): 143101522902.

DOS REIS BELLAGUARDA ML, et al. Simulação realística como ferramenta de ensino na comunicação de situação crítica em cuidados paliativos. Escola Anna Nery, 2020; 24(3): 20190271.

DOS SANTOS AF, et al. Atlas dos cuidados paliativos no Brasil 2019. São Paulo: Academia Nacional de Cuidados Paliativos, 2020. Disponível em: https ://paliativo.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ATLAS_2019_final_compressed.pdf. Acesso: 16 de junho 2024.

FIGUEIREDO RM, et al. Protocolos de transmissão de más notícias utilizados em contextos de cuidados paliativos: uma revisão de literatura. Jornal de Investigação Médica (JIM), 2024; 5(1): 16–25.

GALVÃO APFC, et al. Estratégia pico para evidências científicas: impacto na qualidade de vida do paciente hemodialítico. Nursing, 2021; 24(283): 6642-6655.

GOBBI MB. Comunicação de más notícias: um olhar da psicologia. Diaphora, 2020; 9(1): 66-69.

JUNGES JR, et al. Cuidados paliativos na atenção primária à saúde: discussão de um caso. SANARE-Revista de Políticas Públicas, 2022; 21(2): v21i2-1661.

KAYE EC, et al. Communication around palliative care principles and advance care planning between oncologists, children with advancing cancer and families. British journalofcancer, 2021; 125(8): 1089-1099.

MENDES EAR, et al. Comunicação médica, cuidados paliativos e oncopediatria: uma revisão integrativa da literatura. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2023; 9(6): 1593-1611.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Ministério da Saúde lança Política Nacional de Cuidados Paliativos, 2024. Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em https ://bvsms.saude.gov.br/ministerio-da-saude-lanca-politica-nacional-de-cuidados-paliativos. Acesso em: 23 junho 2024.

MONHO BMF et al. A comunicação na promoção da dignidade em cuidados paliativos: desafios para a enfermagem. Revista Baiana De Enfermagem, 2020; 2: 34788.

OPAS. OMS divulga recursos para lidar com flagrante escassez de serviços de cuidados paliativos de qualidade, 2021. Disponível em: https ://www.paho.org/pt/noticias/5-10-2021-oms-divulga-recursos-para-lidar-com-flagrante-escassez-servicos-cuidados . Acesso em 23 junho 2024.

OUCHI K, et al. The differences in code status conversation approaches reportedbyemergency medicine andpalliativecareclinicians: A mixed‐methodstudy. AcademicEmergency Medicine, 2024; 31(1): 18-27.

PACHECO LDSP, et al. O processo de comunicação eficaz do enfermeiro com o paciente em cuidados paliativos. Research, societyanddevelopment, 2020; 9(8): 747986524.

PAIVA CN. Cuidados paliativos em um hospital universitário: a percepção dos profissionais de saúde, gestores e docentes. Dissertaçã (mestrado em Gestão Clínica) – Centro de Cinências Biológicas e a Saúde. Universidade Federal de São Carlos – São Carlos, 2019; 25.

PEREIRA LM, et al. Cuidados paliativos: desafios para o ensino em saúde. Revista Bioética, 2022; 30(1): 149-161.

PUN J, et al. Role of patients’ familymembers in end-of-life communication: anintegrativereview. BMJ open, 2023; 13(2): 67304.

RODRIGUES WM. As vozes da morte anunciada: representações, vivências e práticas em cuidados paliativos. Tese de Doutorado em ienências da Comunicação. Instituto de Ciências Sociais - Universidade do Minho, 2023; 20.

SIEGLE A, et al. Communication with patients with limited prognosis—an integrative mixed-methods evaluation study. SupportiveCare in Cancer, 2023; 31(1): 77.

SILVA WB, et al. “Trabalhar com a morte é não parar de pensar nela”: estudo antropológico sobre as práticas dos profissionais de saúde do hospital Napoleão Laureano com os pacientes com câncer em cuidados paliativos. Programa de Pós-Graduação em Antropologia. Universidade Federal da Bahia. 2021; 30.

SISK BA, et al. Clinicians' perspectives on the functions of communication in pediatriconcology. Journal of palliative medicine, 2021; 24(10): 1545-1549.

SONAGLIO RG, et al. Promoção da saúde: revisão integrativa sobre conceitos e experiências no Brasil. JournalofNursingand Health, 2019; 9(3): 9648.

TESTA TG. Espaço Transcender: Hóspice de Cuidados Paliativos, 2022. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal Fronteira do Sul. Santa Catarina. 20.

THODÉ M, et al. Feasibility and effectiveness of tools that support communication and decision making in life-prolonging treatments for patients in hospital: a systematic review. BMJ Supportive&PalliativeCare, 2022; 12(3): 262-269.

WHO. PaliativeCare. Wolrd Health Organization. 2020. Disponível em: https ://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/palliative-care. Acesso em: 23 junho 2024.

WOOD JCS. 'Total Pain' e evidências emocionais no fim da vida. Humanidades médicas, 2022; 48(4): 411-420.