Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
Fetal health in the Amazon: a 10 year study on congenital anomalies in the Xingu Region, Pará
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Congenital anomaly
Epidemiology
Health

How to Cite

Fetal health in the Amazon: a 10 year study on congenital anomalies in the Xingu Region, Pará. (2025). Electronic Journal Collection Health, 25, e18453. https://doi.org/10.25248/reas.e18453.2025

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To describe the prevalence of congenital anomalies in newborns in the Xingu region from 2012 to 2022. Methods: This is an epidemiological, retrospective, descriptive study, with a quantitative approach on the epidemiological profile of congenital anomalies in the Xingu region, from 2012 to 2022. Data collection was carried out in the Live Birth Information System (SINASC); a database from the Information Technology Department of the Unified Health System (DATASUS), in June 2024. Results: 327 live births with some congenital anomaly were identified; 30% congenital musculoskeletal deformation, maternal age range between 20-34 years (41%); marital status in consensual union (43%); education from 08 to 11 years (44%); pregnancy between 37 and 41 weeks (63%), singleton (98%); 7 or more prenatal consultations (42%); inadequate prenatal care (27%); birth in hospital (98%); cesarian birth (63%); weight over 2500g (72%); appropriate Apgar score at the 1º and 5º minute; brown color (77%); male (52%). Conclusion: Congenital anomalies are subject to underreporting. Being a retrospective study, it is limited to the information available on SINASC.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

AGUIRRE HC. Fatores relacionado a nascimentos com malformações congênitas, PR. Tese (Doutorado em Bioestatística) - Universidade Estadual do Paraná, Paraná, 2023; 362.

BRASIL. Ministério da Saúde. Anomalias congênitas. Brasília, 2023. Disponível em: https ://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/anomalias-congenitas. Acessado em: 23 de julho de 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada- manual técnico. Brasília, 2006.

Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pre_natal_puerperio_3ed.pdf. Acessado em: 23 de julho de 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Saúde Brasil 2020/2021: anomalias congênitas prioritárias para a vigilância ao nascimento / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças não Transmissíveis. – Brasília, 2021. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_brasil_anomalias_congenitas_prioritarias.pdf. Acessado em: 23 de julho de 2024.

BRASIL. Secretaria de Estado da Saúde. Superintendência de Vigilância em Saúde. Diretoria de Vigilância Epidemiológica. Gerência de Análises Epidemiológicas e Doenças e Agravos Não Transmissíveis. Anomalias Congênitas no Estado de Santa Catarina. Boletim Barriga Verde. Informativo Epidemiológico. Ed. Especial. Santa Catarina: Secretaria de Estado da Saúde, 2023. Disponível em: https ://dive.sc.gov.br/phocadownload/boletimbarrigaverde/anomalias_congenitas/Boletim%20Barriga%20Verde%20-%20Anomalias%20Congnitas.pdf. Acessado em: 23 julho de 2024.

COSME HW, et al. Prevalência de anomalias congênitas e fatores associados em recém-nascidos do município de São Paulo no período de 2010 a 2014. Revista Paulista de Pediatria, 2017; 35(1): 33-38.

DE BARROS SILVA MEW, et al. Fatores associados ao desenvolvimento da anomalia congênita em recém-nascidos. Research, Society and Development, 2021; 3: 1-9.

DE MELO AMT, et al. Prevalência de anomalias congênitas no município de Maceió-Al no período de 2015 a 2017. Brazilian Journal of Development, 2022; 4: 1-6.

DE OLIVEIRA AEA, et al. Aspectos Relacionados à Prevalência das Anomalias Congênitas: uma revisão integrativa. Revista da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 2023; 87: 86-92.

FREITAS LCS, et al. Associação de anomalias congênitas em nascidos vivos com seus perfis obstétrico-neonatal e sociodemográfico. Texto & Contexto-Enfermagem, 2021; 3: 1-15.

GOMES CBA, et al. Consulta de enfermagem no pré-natal: narrativas de gestantes e enfermeiras. Texto Contexto Enfermagem, 2019; 3: 1-15.

GONÇALVES MKS, et al. Prevalence and factors associated with congenital malformations in live births. Acta Paulista de Enfermagem, 2021; 2: 1-8.

LUZ GS, et al. Anomalias congênitas no estado do Rio Grande do Sul: análise de série temporal. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2019; 6: 1-14.

MALTA MC e FIGUEIREDO T. Prevalência dos nascidos vivos com anomalias congênitas e sua relação com a mortalidade fetal e infantil em Alagoas. Gep News, 2021; 5(1): 55-57.

MENDES CQS, et al. Prevalência de nascidos vivos com anomalias congênitas no município de São Paulo. Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped, 2015; 8: 7-12.

MENDES IC, et al. Anomalias congênitas e suas principais causas evitáveis: uma revisão. Revista Médica de Minas Gerais, 2018; 2: 1-6.

PARGA LD, et al. Perfil epidemiológico das anomalias em nascidos vivos no Nordeste, de 2011 a 2020. Research, Society and Development, 2022; 7: 1-12.

PASSOS PS, et al. Notificação de casos de anomalias congênitas no sistema de informação sobre nascidos vivos no estado do Amazonas (2011-2021). DELOS: Desarrollo Local Sostenible, 2024; 247: 245-259.

REIS LC, et al. Prevalências ao nascimento de anomalias congênitas entre nascidos vivos no estado do Maranhão de 2001 a 2016: análise temporal e espacial. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2021; 7: 1-11.

SANTOS ACC, et al. Lista de anomalias congênitas prioritárias para vigilância no âmbito do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos do Brasil. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2021; 2: 1-9.

TOUFAILY H. et al. Causes of congenital malformations. Birth defects research, 2018; 88: 87-91.

TREVILATO GC, et al. Anomalias congênitas na perspectiva dos determinantes sociais da saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2022; 2: 1-13.