Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
The evolution of acute Chagas Disease in the Western region of Bahia: clinical and epidemiological analysis of a decade (2014-2023)
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Chagas Disease
Neglected diseases
Epidemiology
Health indicators

How to Cite

The evolution of acute Chagas Disease in the Western region of Bahia: clinical and epidemiological analysis of a decade (2014-2023). (2024). Electronic Journal Collection Health, 24(10), e18603. https://doi.org/10.25248/reas.e18603.2024

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To understand the clinical and epidemiological aspects of acute Chagas disease in the western region of the state of Bahia. Methods: Descriptive and retrospective study, with a quantitative approach, using secondary data collected from the Notifiable Diseases Information System (SINAN) of the Ministry of Health, considering the number of reported cases from 2014 to 2023. Results: A significant variation in the number of Chagas disease cases was observed over the years, with peaks of incidence in 2017 and constant increases in recent years. The vectorial route was the main form of infection. Most patients presented symptoms such as persistent fever, asthenia, and swelling of the face/limbs, while meningoencephalitis was less common. The western region of Bahia showed a relatively low incidence of cases over the years, with significant variations. In 2015, there was a peak of 18 cases, while in other years the variation was between 0 and 12 cases. Conclusion: The high rate of laboratory confirmation and the predominance of symptomatic cases highlight the need for continuous surveillance and intervention measures. The integration of control strategies and the promotion of effective public policies are essential for managing the disease in the region.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ÁLVAREZ-HERNÁNDEZ DA, et al. Chagas disease: Current perspectives on a forgotten disease. Revista Médica del Hospital General de México, 2018; 81(3): 154–164.

ALVES DF, et al. Métodos de diagnóstico para a doença de Chagas: uma atualização. Revista Brasileira de Análises Clínicas (RBAC). 2018; 50(4): 330-3.

AÑEZ N. A New Acute Oral Chagas Disease Outbreak in Merida, Venezuela: A Comprehensive Study. International Journal of Clinical Medicine Research, 2016; 1(3): 29-37.

BARREIRAS. 2022. In: Agentes de Endemias de Barriras recebem capacitação para atuar no Programa de Chagas. Disponível em: corehttps ://barreiras.ba.gov.br/agentes-de-endemias-de-barreiras-recebem-capacitacao-para-atuar-no-programa-de-chagas/. Acesso em 25 ago.2024.

BRASIL. Boletim Epidemiológico de Doença de Chagas. Secretaria de Saúde do Governo da Bahia. 2021. Disponível em: https ://www.saude.ba.gov.br/wp content/uploads/2017/11/boletimEpidemiologicoDoencasChagas_agosto_2021.pdf. Acesso em 25 de agosto de 2024.

CAMPANHA ALM, et al. Considerações sobre tratamento etiológico de doença de chagas e critério de cura. Revista Eletrônica Acervo Médico, 2023; 23(7).

CORREIA JR, et al. Doença de Chagas: aspectos clínicos, epidemiológicos e fisiopatológicos. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(3): 6502-6502.

COSTA EG, et al. Acute Chagas Disease in the Brazilian Amazon: epidemiological and clinical features. International Journal Of Cardiology. 2017; 235: 176-178.

DAS NEVES-PINTO AY, et al. Fase aguda da doença de Chagas na Amazônia brasileira: estudo de 233 casos do Pará, Amapá e Maranhão observados entre 1988 e 2005. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, Uberaba, 2008; 14(6): 602-614.

DIAS JCP. Os primórdios do controle da doença de Chagas (em homenagem a Emmanuel Dias, pioneiro do controle, no centenário de seu nascimento). Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical [online]. 2011; 44(S2): 12-18.

DOS SANTOS VRC. Estudo sobre a doença de Chagas Aguda no estado Pará, Amazônia. Tese (Doutorado) - Curso de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2017; 161.

GARCIA BR, et al. Impactos Sociais Da Doença De Chagas No Interior Da Bahia.Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Fisioterapia) -Centro Universitário FG.-. Guanambi, Bahia, 2021.

HASSLOCHER-MORENO AM, et al. Temporal changes in the clinical-epidemiological profile of patients with Chagas disease at a referral center in Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2021; 54: 0040-2021.

IBGE.INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Estados e Cidades do Brasil. 2021. Disponível em: https ://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/panorama. Acessado em: 26 de junho de 2024.

IBGE. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Produto Interno Bruto dos Municípios. 2022. Disponível em: https ://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/contas-nacionais/9088-produto-interno-bruto-dos-municipios.html. Acessado em: 20 de junho de 2024.

KRATZ JM, et al. The translational challenge in Chagas disease drug development. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 2022; 117: 200501.

LANZA FC. Indicadores Entomológicos e Epidemiológicos da Doença de Chagas na Região Metropolitana de Salvador. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa) – Instituto Gonçalo Moniz. Fundação Oswaldo Cruz, Salvador, 2019; 73.

MARTINS-MELO FR, et al. Levels and trends in Chagas disease-related mortality in Brazil, 2000-2019. Acta Trópica. 2021; 220: 105948.

MARTINS-MELO FR, et al. Prevalence of Chagas disease in Brazil: a systematic review and meta-analysis. Acta Trópica. 2014; 130: 167-74.

MEDEIROS CA, et al. Mapping the morbidity and mortality of Chagas disease in an endemic area in Brazil. Revista do Instituto de Medicina Tropical de Sao Paulo, 2022; 64: 5.

MENEZES VFA, et al. Aspectos clínicos e epidemiológicos da doença de chagas aguda no norte do Tocantins. Humanidades e Inovação. 2023; 10(14): 1-14.

MONCAYO A e ORTIZ-YANINE MI. An update on Chagas disease (human American trypanosomiasis). Ann Trop Med Parasitol. 2006; 100: 663-677.

NASCIMENTO LPGR, et al. Prevalência da Doença de Chagas associada ao modo de infecção. Cogitare Enfermagem. 2021; 26: 73951.

OMS. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Chagas disease (American trypanosomiasis). 2022. Disponível em: https ://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/chagas-disease-(american-trypanosomiasis). Acessado em: 25 de agosto de 2024.

OPAS. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Chagas disease. 2023. Disponível em: https ://www.paho.org/en/topics/chagas-disease. Acessado em: 29 de julho de 2024.

PACHECO LV, et al. Transmissão oral da doença de chagas: uma revisão de literatura. Reserch, Society and Development. 2021; 10(2): 1-11.

PEREIRA LS, et al. Clinical and epidemiological profile of elderly patients with Chagas disease followed between 2005-2013 by pharmaceutical care service in Ceará State, Northeastern Brazil. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. 2015; 57(2): 145-52.

PINTO JCT, et al. Perfil epidemiológico de Doença de Chagas Aguda na Região Norte do Brasil entre os anos de 2019 e 2020. Revista Eletrônica Acervo Saúde. 2023; 23(7).

RASSI AJR, et al. Chagas disease. Lancet. 2010; 375(9723): 388-402.

ROCHA BC, et al. Doença de Chagas no Amapá: perfil de casos confirmados no período de 2010 a 2020. Revista Eletrônica Acervo Saúde. 2023; 23(3).

SANTANA RMG et al. Oral transmission of Trypanosoma cruzi, Brazilian Amazon. Emerg Infect Diseases. 2019; 25(1): 132–13.

SANTOS EF et al. Acute Chagas disease in Brazil from 2001 to 2018: A nationwide spatiotemporal analysis. PLoS neglected tropical diseases. 2020; 14(8): 0008445.

SHIKANAI-YASUDA MA e CARVALHO NB. Oral transmission of Chagas disease. Clin Infect Dis. 2012; 54: 845–52.

SIMIONI PU, et al. Métodos de Prevenção e Tratamento para a Doença de Chagas. Ciência & Inovação. 2019; 4(1).

SOUZA DSC e POVOA RMS. Aspectos epidemiológicos e clínicos da Doença de Chagas aguda no Brasil e na américa Latina. Revista sociedade de cardiologia do estado de São Paulo. 2016; 26(4): 222-229.

SOUZA HP, et al. Doenças infecciosas e parasitárias no Brasil de 2010 a 2017: aspectos para vigilância em saúde. Revista Panamericana de Salud Pública. 2020; 44: 1-7.

SOUZA ICA, et al. Vigilância à saúde da doença de Chagas em municípios endêmicos de Minas Gerais: percepção e conhecimento de profissionais da vigilância entomológica. Physis: Revista de Saúde Coletiva. 2023; 33: 33011.

SOUZA SB, et al. Perfil Epidemiológico da doença de Chagas aguda na região norte do Brasil no ano de 2015-2019. Revista Eletrônica Acervo Saúde. 2021; 13(7).

TEIXEIRA MG, et al. Health surveillance at the SUS: Development, effects and perspectives. Ciência & Saúde Coletiva. 2018; 23: 1811-1818.

VILHENA AO, et al. Acute Chagas disease in Pará State, Brazil: historical series of clinical and epidemiological aspects in three municipalities, from 2007 to 2015. Rev Pan Amaz Saude. 2020; 11: 202000245.