Abstract
Objective: To assess the irrational use of vaginal creams in the female population of the city of Belém, Pará. Methods: This was an analytical study using quantitative and qualitative methods, approved by the Research Ethics Committee and carried out using a questionnaire made available on the Google Forms platform, from July 1 to August 31, 2024. Results: The study was conducted with 103 women, aged between 18 and 70, with an active sex life. The survey indicated that 45% of the participants were aged between 25 and 35, 70% said they were in a stable relationship, 82% reported having already had an episode of vaginal discharge. Of these, 22% had used medication that had been used before. The most prevalent vaginal infection was candidiasis, present in 55% of cases, of which 28% had self-medicated. Of these, 37.5% chose to use nystatin vaginal cream as a form of treatment. Conclusion: We can conclude that there is a prevalence of 28% of women who have self-medicated at some point. This percentage has a significant impact on health, since excessive use can unbalance the flora, cause microbial resistance and aggravate infections.
References
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). RDC n° 98 – Resolução da Diretoria Colegiada, de 01 de agosto de 2016. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 03 de ago. 2016. Disponível em: https://antigo.anvisa.gov.br/documents/10181/2921766/RDC_98_2016_COMP.pdf/dcb09ea1-e222-4192-98c5-54a13426dc4a. Acessado em: 15 de setembro de 2023.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/pcdts/2022/ist/pcdt-ist-2022_isbn-1.pdf/view. Acessado em: 19 de outubro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Cartilha para a promoção do uso racional de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/daf/uso-racional-de-medicamentos/publicacoes/cartilha_promocao_uso_racional_medicamentos.pdf/view. Acessado em: 16 de setembro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Instrução Normativa IN nº 86, de 12 de março de 2021. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-in-n-86-de-12-de-marco-de-2021-309013946. Acesso em: 19 de novembro de 2024.
CARVALHO, Newton Sergio et al. Protocolo Brasileiro para Infecções Sexualmente Transmissíveis 2020: infecções que causam corrimento vaginal. Epidemiologia e Serviços de Saúde [online]. 2021, v. 30, (spe1):e2020593.
CASTRO EK, et al. Illness perception, knowledge and self-care about cervical cancer. Psicol Reflex Crit. 2015; 28(3): 483-9.
CESAR JA, et al. Prevalência e fatores associados ao corrimento vaginal em mulheres no extremo sul do Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet. 2009; 31(3): 125-131.
CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Pesquisa aponta que 77% dos brasileiros têm o hábito de se automedicar. São Paulo: CRF-SP; abr. 2019. Disponível em: http://www.crfsp.org.br/noticias/10535-pesquisa-aponta-que-77-dos-brasileiros-t%C3%AAm-o-h%C3%A1bito-de-se-automedicar.html. Acessado em: 20 de outubro de 2023.
DANTAS LMR, et al. Tratamento Da Candidíase Vulvovaginal E Novas Perspectivas Terapêuticas: Uma Revisão Narrativa. Rev Pesqui em Fisioter. 2016;6(4).
ELEUTÉRIO JR J, et al. Diagnosis and treatment of infectious vaginitis: Proposal for a new algorithm. Front Med. 2023; 10.
FELIX TC. Vulvovaginite em mulheres atendidas em serviço de Atenção Primária à Saúde da Família: ocorrência e hábitos de higiene. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde). Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia; 2019. 78 p.
KARIMY M, et al. Fatores de risco associados à automedicação entre mulheres iranianas. BMC Public Health. 2019; 19(1): 1-2.
KITCHEN FL, CHRISTINA MC. Role of Papanicolaou test in detecting vaginal infections: Candida, Trichomonas, and Gardnerella. J Women’s Health. 2022; 31(4): 299-305.
LIMA RO. Uso irracional de medicamentos (automedicação). Rev Cient Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. 2018; 3(11): 80-88.
LIRA ÉC. Diversidade microbiana do trato genital feminino. [tese]. Manaus: Programa Multi-Institucional de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas; 2017. 135 p.
MEDEIROS M, et al. Educational interventions to promote safe use of vaginal medications. J Health Educ Res Dev. 2022; 40(3): 321-330.
MUNIZ SD de B, et al. Prevalência de candidíase vulvovaginal recorrente em mulheres com idade entre 18 a 30 anos em uma unidade básica de saúde no município de Cajazeiras - PB. J Biol Pharm Agric Manag. 2023; 15(1): 9-17.
OLIVEIRA J. F. M. et al. Tendência da mortalidade por intoxicação medicamentosa entre gêneros e faixas etárias no estado de São Paulo, Brasil, 1996-2012. Ciência & Saúde Coletiva, v. 22, n. 10, p. 3381-3391, 2017.
PAIM RSP, et al. Automedicação: uma síntese das publicações nacionais. Rev Contexto Saúde. 2016; 16(30): 47.
SÁ, MCN., et al. Isolamento de Candida no esfregaço cérvico-vaginal de mulheres não gestantes residentes em área ribeirinha do Estado do Maranhão, Brasil, 2012. Revista Pan-Amazônica de Saúde,2014.; 5(1):25-34.
SIMÕES RR, et al. Educação em saúde na atenção à mulher e as contribuições da enfermagem: revisão integrativa. Rev Enferm UFPE on line. 2014; 8(Supl 2): 3767-75.
SOARES DM, et al. Candidíase vulvovaginal: uma revisão de literatura com abordagem para Candida albicans. Braz J Surg Clin Res. 2018; 25(1): 28-34.
VASCONCELOS CNE, et al. Estudo comparativo entre terapia oral e local no tratamento de corrimentos vaginais: candidíase, tricomoníase e vaginose bacteriana. Braz J Surg Clin Res. 2016; 15: 123-8.
