Abstract
Objective: To report the experience of students in the 6th period of their undergraduate degree in Nursing, regarding the development and execution of an educational activity on prevention and control strategies for acquired and congenital syphilis, in a Regional Polyclinic in a municipality in the state of Rio de Janeiro. Experience report: Banners and folders were created as a health education strategy. The activity was carried out in two environments: with the population inside and at the entrance to the polyclinic and outside - with the population passing by the unit. The students interacted with the public through participatory dialogue, focused on the community's prior knowledge, identification, prevention strategies and clarification of doubts, reinforcing the importance and free provision of STIs' rapid tests, which encouraged adherence to the test, besides the distribution of condoms. It is worth noting that the reception was mostly positive, demonstrated through engagement with the activity. However, resistance was experienced, demonstrating the stigma of the population in relation to the topic. Final considerations: The relevance of educational activities for the community is highlighted, with the dissemination of information on forms of prevention, control of syphilis and understanding of the appropriate use of resources offered by the public service.
References
ALMEIDA PF e GIOVANELLA L. Avaliação em Atenção Básica à Saúde no Brasil: mapeamento e análise das pesquisas realizadas e/ou financiadas pelo Ministério da Saúde entre os anos de 2000 e 2006. Cad. Saúde Pública, 2008; 24(8): 1727-1742.
ARAÚJO TCV e SOUZA MB. Adesão das equipes aos testes rápidos no pré-natal e administração da penicilina benzatina na atenção primária. Rev Esc Enferm USP, 2020; 54: 1-8.
BESEN CB, et al. A estratégia de saúde da família como objeto de educação em saúde. Saúde e Sociedade, 2007; 16(1): 57-68.
BRAGA AV, et al. Imunização: planejamento e estrutura organizacional na atenção primária à saúde. Enferm Foco, 2024; 15: 1-7.
BRASIL. Lei Nº 13.430, de 31 de março de 2017. Disponível em: https ://www.google .com.br/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.planalto.gov.br%2Fccivil_03%2F_ato2015-2018%2F2017 %2Flei%2Fl13430.htm&psig=AOvVaw0F1UloBKKjIPB1nx5lAN-2&ust=1738159998433000&source=im ages&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CAQQn5wMahcKEwjAzY7dzJiLAxUAAAAAHQAAAAAQBA. Acessado em: 26 de outubro de 2024.
BRASIL. Lei Nº 13.430, de 31 de março de 2017. Disponível em: https ://www.google.com.br/url?sa= i&url=https%3A%2F%2Fwww.planalto.gov.br%2Fccivil_03%2F_ato2015-2018%2F2017%2Flei%2Fl1 3430.htm&psig=AOvVaw0F1UloBKKjIPB1nx5lAN-2&ust=1738159998433000&source=images&cd=vfe &opi=89978449&ved=0CAQQn5wMahcKEwjAzY7dzJiLAxUAAAAAHQAAAAAQBA. Acessado em: 26 de outubro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. 2007. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pro tocolo_prevencao_transmissao_verticalhivsifilis_manualbolso.pdf. Acessado em: 20 de outubro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. 2022. Disponível em: https ://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/pcdts/2022/ist/pcdt-ist-2022_isbn-1.pdf/view. Acessado em: 20 de outubro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. 2022. Disponível em: https ://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/notici as/2022/outubro/sifilis-entenda-o-que-e-qual-a-prevencao-e-o-tratamento-disponivel-no-sus#:~:text= Para%20prevenir%20a%20s%C3%ADfilis%2C%20%C3%A9,estados%20e%20º%20Distrito%20Fede ral. Acessado em: 20 de outubro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. 2024. Disponível em: https ://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias /2024/outubro/tratamento-de-gestantes-evita-transmissao-de-sifilis-em-71-dos-bebes. Acessado em: 26 de outubro de 2024.
CHIACCHIO AD, et al. Perfil epidemiológico de sífilis adquirida nas regiões do Brasil no período de 2010 a 2019. Revista Amazônia Science & Health, 2020; 8(2): 51-63.
COSTA DW, et al. Educação em saúde e empoderamento do usuário da estratégia saúde da família. Revista de Enfermagem UFPE, 2016; 10(1): 96-102.
DA SILVA MV, et al. O papel do enfermeiro no manejo da sífilis na saúde do homem. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(12): 18086.
DE LIMA ARRUDA AB, et al. Confecção de um folder educativo para educação em saúde junto aos idosos. Ciências da Saúde: desafios e potencialidades em pesquisa, 2022; 1: 91-102.
DO RÊGO NPS, et al. Sífilis congênita no Piauí: um retrato epidemiológico entre 2019 e 2023. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(8).
DOS SANTOS GONÇALVES JV, et al. Carnaval com saúde: ações de promoção da saúde sobre infecções sexualmente transmissíveis com foliões. Revista Práticas em Extensão, 2024; 8(1): 67-74.
GRIFFO AF, et al. Estigma da sexualidade e seus efeitos: uma revisão da literatura sobre prevenção e violência sexual. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2024; 10(10): 1161-1175.
NAGAI MM, et al. Perfil epidemiológico da sífilis congênita no estado de Minas Gerais. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(10): 8938.
OLIVEIRA HM e GONÇALVES MJF. Educação em saúde: uma experiência transformadora. Revista Brasileira de Enfermagem, 2004; 57: 761-763
PEIXOTO HA, et al. Jovens universitários e a vulnerabilidade masculina às infecções sexualmente transmissíveis. Enferm Foco, 2024; 15: 1-7.
SOUZA LJF, et al. Educação em saúde como estratégia para o combate da poliomielite: relato de experiência. Revista Contemporânea, 2024; 4(1): 581-595.
ZEN MC e CHIMINELLI C.Aplicação do método de rede PERT/CPM e gáfico de GANTT no processo de fabricação de uma máquina vibro prensa em uma indústria metalúrgica de pequeno porte. Revista da UNIFEBE, 2022; 27: 1679-8708.
