Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
Degree of knowledge of university students about contraceptives
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Contraceptives
Women's health
Family planning

How to Cite

Degree of knowledge of university students about contraceptives. (2025). Electronic Journal Collection Health, 25(5), e19695. https://doi.org/10.25248/reas.e19695.2025

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To evaluate the knowledge of students from the Federal University of Amapá about contraceptive methods. Methods: Analytical, observational, and cross-sectional study conducted between 2019 and 2023 through an online survey with closed questions, involving 250 university students. Data analysis was performed using SPSS software version 26. Results: The most well-known methods were hormonal (99.2%) and behavioral (96.4%), while irreversible (52.4%) and emergency methods (53.6%) were the least recognized. Despite this, 55.6% of participants did not use any contraceptive method, and 41.6% reported having relationships with non-regular partners. The IUD was the preferred method for 57.9%, followed by hormonal implants (23.1%). Only 1.5% expressed interest in using condoms, and 56% reported never using them during sexual intercourse. Conclusion: The students have adequate knowledge of contraceptive methods available through SUS, but low adherence, especially to barrier methods, represents a significant health risk. The preference for long-term reversible methods highlights the need for strategies to increase awareness of disease prevention and family planning.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ALVES AS, LOPES MHBM. Uso de métodos anticoncepcionais entre adolescentes universitários. Revista Brasileira de Enfermagem, 2008; 61(2): 170-177.

ALVES CA, BRANDÃO ER. Vulnerabilidades no uso de métodos contraceptivos entre adolescentes e jovens: interseções entre políticas públicas e atenção à saúde. Ciência&SaúdeColetiva, 2009; 14(2): 661-670.

ASSIS MR, et al. Gravidez na adolescência e sua relação com a prática do sexo seguro. RevEnferm UFPE OnLine, 2013; 7(4): 1073-1080.

BARBOSA RLS, SILVA CCA. A percepção, conhecimento e prática dos adolescentes de escolas públicas e particulares de Patos de Minas frente aos métodos anticoncepcionais. Rev Perquirere, 2012; 9(2): 54-69.

BERQUÓ E, et al. Reprodução na juventude: perfis sociodemográficos, comportamentais e reprodutivos na PNDS 2006. Revista de Saúde Pública, 2012; 46(4): 685-693.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016; 164p. Disponível em: http://www.saude.gov.br. Acessado em: 12 de dezembro de 2024.

BRASIL. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 2018. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: http://www.saude.gov.br. Acessado em: 12 de dezembro de 2024.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. Saúde sexual e saúde reprodutiva. Brasília: Ministério da Saúde, 2010; 300p. Disponível em: http://www.saude.gov.br. Acessado em: 12 de dezembro de 2024.

BRUM MM, CARRARA K. História individual e práticas culturais: efeitos no uso de preservativos por adolescentes. Estudos de Psicologia (Campinas), 2012; 29(1): 689-697.

CABRAL CS. Contracepção e gravidez na adolescência na perspectiva de jovens pais de uma comunidade favelada do Rio de Janeiro. Cadernos de Saúde Pública, 2003; 19(2): 283-292.

CALLEGARI LS, PARISI SM, SCHWARZ EB. Perceptions of intrauterine contraception among women seeking primary care. Contraception, 2013; 88(2): 269-274. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.contraception.2013.02.004. Acessado em: 12 de dezembro de 2024.

CAVALIERI FES. A prescrição da pílula anticoncepcional nos anos 1960: a perspectiva de médicos ginecologistas. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017; 23p.

CORRÊA DAS, et al. Fatores associados ao uso contraindicado de contraceptivos orais no Brasil. Revista de Saúde Pública, 2017; 51(1): 1.

CURTIS KM, et al. Regret following female sterilization at a young age: a systematic review. Contraception, 2006; 73(2): 205-210.

DELATORRE MZ, DIAS ACG. Conhecimentos e práticas sobre métodos contraceptivos em estudantes universitários. Revista da SPAGESP, 2015; 16(1): 60-73.

DURANTE J, et al. Consumo de métodos contraceptivos pela população do município de São José do Rio Claro – MT. Rev VisãoAcad, 2012; 13(1): 71-84.

FELIPE TB, et al. Avaliação do conhecimento sobre os contraceptivos orais entre as universitárias. Rev Univ Vale do Rio Doce, 2013; 11(1): 58-67.

FERREIRA JM, et al. Uso de contraceptivos reversíveis de longa duração e a relação entre taxas de descontinuidade devido à menopausa e à esterilização de homens e mulheres. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2016; 38(5): 210.

FINOTTI M. Manual de anticoncepção. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, 2015.

GOMES VLO, et al. Percepções de casais heterossexuais acerca do uso da camisinha feminina. Escola Anna Nery, 2011; 15(1): 22-30.

GONZAGA VAS, et al. Organizational barriers to the availability and insertion of intrauterine devices in Primary Health Care Services. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2017; 51: e03270.

HARDY E, et al. Risk factors for tubal sterilization regret, detectable before surgery. Contraception, 1996; 54(3): 159-162.

KOERICH MS, et al. Sexualidade, doenças sexualmente transmissíveis e contracepção: atuação da enfermagem com jovens de periferia. Revista de Enfermagem UERJ, 2010; 18(2): 265-271.

LEITE MTF, et al. Saber e prática contraceptiva e prevenção de DST/HIV/AIDS em universitários da área da saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, 2007; 60(4): 434-438.

MAIA LLQGN, et al. Opção contraceptiva de universitários da região centro-oeste de Minas Gerais. RevEnferm Cent-Oeste Min, 2011; 1(4): 435-444.

MATTINSON A, MANSOUR D. Female sterilisation: is it what women really want? Journal of Family Planning and Reproductive Health Care, 2003; 29(3): 136-139.

MENDES SS, et al. Saberes e atitudes dos adolescentes frente à contracepção. Revista Paulista de Pediatria, 2011; 29(3): 385-391.

OLIVEIRA NS, et al. Conhecimento e promoção do uso do preservativo feminino por profissionais de Unidades de Referência para DST/HIV de Fortaleza-CE: o preservativo feminino precisa sair da vitrine. Saúde e Sociedade, 2008; 17(1): 106-116.

PASSOS EP, et al. Rotinas em Ginecologia. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

PATIAS ND, DIAS ACG. Sexarca, informação e uso de métodos contraceptivos: comparação entre adolescentes. Psico-USF, 2014; 19(1): 13-22.

PIROTTA KCM. Não há guarda-chuva contra o amor: estudo do comportamento reprodutivo e de seu universo simbólico entre jovens universitários da USP. Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2002.

PRADO DS, SANTOS DI. Contracepção em usuárias dos setores público e privado de saúde. Rev Bras GinecolObstet, 2011; 33(7): 143-149.

SANTIAGO IMFL, et al. Análise das condições de saúde sexual e reprodutiva das mulheres atendidas no programa de atenção integral à mulher do serviço municipal de saúde de Campina Grande/PB. Qualit@sRevistaEletrônica, 2013; 14(2).

SILVA ÂWP, et al. O conhecimento e uso de métodos anticoncepcionais por mulheres nordestinas. Revista de APS, 2020; 23(3).

SILVA FC, et al. Diferenças regionais de conhecimento, opinião e uso de contraceptivo de emergência entre universitários brasileiros de cursos da área de saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2010; 26(9): 1821-1831.

TEIXEIRA AMFB, et al. Adolescentes e o uso de preservativos: as escolhas dos jovens de três capitais brasileiras na iniciação e na última relação sexual. Cadernos de Saúde Pública, 2006; 22(7): 1385-1396.