Abstract
Objective: To assess the knowledge of pineapple farmers about the agrochemicals used and, consequently, the health associated problems, in a rural community in southern Pará. Methods: This is an analytical, cross-sectional, and observational study carried out through a semi-structured questionnaire. The sample included the population belonging to the 18 and 60 years, males and 18 to 55 years to 55 years old females, a totaling of 20 family workers. Results: Most of the farmers interviewed were male (60%), aged between 45 and 60 years (60%), self-declared brown (55%), with incomplete elementar education (50%) and single marital status (55%), living in families composed o fone to three people (77%). 80% reported having felt some type of discomfort with the use os pesticides. 65% had between two and tem years of exposure to pesticides. Regarding the use of Personal Protective Equipment (PPE), 70% said they used it. Conclusion: The hig number of lay farmers is clearly unaware of the health risks associated with the use of agrochemicals. Low levels of education, combined with a lack of guidance, aggravate the problem, and misinformation about toxicological classifications may be contributing to cases of poisoning.
References
BRASIL. Decreto de Lei n° 11.326, de 24 de julho de 2006. 2006. Disponível em: http ://www.Planalto.gov.br/ccivil_0 3/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11326.htm. Acessado em: 21 de fev. 2019.
BRASIL. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). 2018. Informes técnicos: Censo populacional, unidade territorial, densidade demográfica de Conceição do Araguaia. Disponível em: https ://www.ibge .gov.br/cidades-e-estados/pa/conceicao-do-araguaia.html. Acessado em: 10 jan. 2019.
BRASIL. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). 2017. Informes técnicos: Censo Agropecuário. Disponível em: https ://censoagro2017.ibge.gov.br/templates/censo_agro/resulta dosagro /agricultura.html?localidade=15&tema=76406. Acessado em: 10 jan. 2019.
BRASIL. INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA (INCRA). Informes técnicos: Assentamento reforma agrária. Brasília: INCRA, 2014; 13.
BRASIL. Lei nº 14.785, de 27 de dezembro de 2023. 2023. Disponível em: https ://www.planalt o.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14785.htm#art65. Acessado em: 09 de junho de 2025.
BRASIL. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Pecuária e Abastecimento. 2019. Agrotóxicos. Disponível em: http ://www.agricultura.gov.br/assuntos/insumos-agropecuarios/insumos-agricolas/agrotoxicos. Acesso em: 27 nov. 2019.
BRASIL. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. NR 31 - Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura. 2005. Disponível em: http ://www.mte.gov.br/legi slacao/n ormas_regulamentadoras/nr_31.pdf. Acessado em: 10 jan. 2019.
BRITO PF, et al. Agrotóxicos e saúde: realidade e desafios para mudança de práticas na agricultura. Physis, 2019; 19(1): 207-225.
CARNEIRO FF, et al. Dossiê ABRASCO: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde. São Paulo: Expressão Popular, 2015; 624.
CARVALHO MMX, et al. “Defensivos” ou “agrotóxicos”? História do uso e da percepção dos agrotóxicos no estado de Santa Catarina, Brasil, 1950-2002. História, Ciências, Saúde, Manguinhos-RJ, 2017; 24(1): 75-91.
CASTRO RG, et al. Exposição de trabalhadores a agrotóxicos em hortas comunitárias de palmas (tocantins). Revista Cereus, 2018; 10(3): 62-78.
CONTE FA, et al. Uso de agrotóxicos e perfil dos agricultores da região noroeste do estado do rio grande do sul. Revista Terceiro Incluído. 2017; 7: 91-98.
CORCINO CO, et al. Avaliação do efeito do uso de agrotóxicos sobre a saúde de trabalhadores rurais da fruticultura irrigada. Ciência & saúde coletiva, 2019, 24(8): 3117-3128.
FARIA NMX, et al. Intoxicação por agrotóxicos no Brasil: os sistemas oficiais de informação e desafios para realização de estudos epidemiológicos. Ciênc. Saúde coletiva, 2007; 12(1): 25-38.
FARIA NMX, et al. Intoxicações por agrotóxicos entre trabalhadores rurais de fruticultura, Bento Gonçalves, RS. Revista Saúde Pública, 2009; 43(2): 335-44.
GREGOLIS TBL, et al. Percepção de riscos do uso de agrotóxicos por trabalhadores da agricultura familiar do município de Rio Branco, AC. Rev. bras. saúde ocup., 2012; 37(125): 99-113.
KÕRBES D, et al. Alterações no sistema vestibulococlear decorrentes da exposição ao agrotóxico: revisão de literatura. Rev Soc Bras Fonoaudiol, 2010; 15(1): 146-52.
LUZ VG, et al. (In)Segurança alimentar e nutricional, autopercepção da saúde e uso de Agrotóxicos: o caso dos agricultores familiares de Ibiúna, São Paulo. Segurança Alimentar e Nutricional, 2015; 22(2): 729-741.
MACHADO SCS. A agricultura familiar e políticas públicas como instrumento para o desenvolvimento local: o cultivo do abacaxi no município de Conceição do Araguaia. 2015. Dissertação (Mestrado em Recursos Naturais e Desenvolvimento Local, Núcleo de Meio Ambiente). Universidade Federal do Pará, Belém, 2015; 195.
MARTINS MKS. Exposição Ocupacional aos Agrotóxicos: Um Estudo Transversal. Rev. Inter Revista Intertox de Toxicologia, Risco Ambiental e Sociedade, 2012; 5(3): 6-27.
MEYER TN, et al. Incidência de suicídios e uso de agrotóxicos por trabalhadores rurais em Luz (MG), Brasil. Rev. bras. saúde ocup, 2007; 32(116): 24-30.
RIBAS PP e MATSUMURA ATS. A química dos agrotóxicos: impactos sobre a saúde e meio ambiente. Revista Liberato, 2009; 10(14): 149-158.
RIBEIRO LA e SILVA JS. Levantamento sobre a saúde do trabalhador rural nas lavouras de abacaxi do município de Floresta do Araguaia - PA. Revista Craibeiras de Agroecologia, 2018; 1(1): 1-7.
RIBEIRO ML, et al. Contaminação de águas subterrâneas por pesticidas: avaliação preliminar. Química Nova, 2007; 30(3): 688-694.
RIBEIRO SDM, et al. A comercialização de agrotóxicos e o modelo químico-dependente da agricultura do Brasil. Saúde Debate, 2022; 46(2): 210-223.
SANTANA CM, et al. Exposição ocupacional de trabalhadores rurais a agrotóxicos. Rev. Cad. Saúde Colet, 2016; 24(3): 301-30.
SANTANA VS, et al. Mortalidade por intoxicação ocupacional relacionada a agrotóxicos, 2000-2009, Brasil. Rev Saúde Pública, 2013; 47(3): 598-606.
SANTOS CMLSA. Estatística Descritiva-Manual de Auto-aprendizagem. Lisboa: sílabo, 2018; 3: 297.
SANTOS MI. Manejo de agrotóxicos e seus impactos na saúde dos trabalhadores da agricultura de abacaxi de um assentamento do Tocantins. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde). Universidade Federal do Tocantins, Palmas, 2012; 93.
SAVI EP, et al. Sintomas associados à exposição aos agrotóxicos entre rizicultores em uma cidade no sul de Santa Catarina. Revista ACM Arquivos Catarinenses de Medicina, 2010; 39(1): 17-23.
SCHEID MW. Percepção dos agricultores do município de cerro largo/rs sobre a exposição a agrotóxicos em sua atividade ocupacional. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas). Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Cerro Largo, 2016; 56.
SILVA JV, et al. A percepção dos trabalhadores rurais sobre a autoexposição aos agrotóxicos. Saúde (Santa Maria), 2017; 43(1): 199-205.
SOARES WL, et al. Trabalho rural e saúde: intoxicações por agrotóxicos no município de Teresópolis - RJ. Rev. Econ. Sociol. Rural, 2005; 43(4): 685-701.
STACHIW RTS. Percepção de trabalhadores rurais quanto aos efeitos toxicológicos do uso e exposição a agrotóxicos. Nature and Conservation, 2019; 12(2): 11-18.
TEIXEIRA JRB, et al. Intoxicações por agrotóxicos de uso agrícola em estados do Nordeste brasileiro, 1999-2009. Epidemiol. Serv. Saúde, 2014; 23(3): 497-508.
TOSETTO EE, et al. Análises das causas das subnotificações das intoxicações por agrotóxicos na rede de saúde em município do Sul do Brasil. Ciênc. Saúde Coletiva, 2021; 26(12): 6037-6047.
VASCONCELOS MV, et al. Caracterização do uso de agrotóxicos entre trabalhadores rurais.Revista Saúde (Santa Maria), 2014; 40(2): 87-96.
VEIGA MM. Agrotóxicos: eficiência econômica e injustiça socioambiental. Ciênc. saúde coletiva, 2007; 12(1): 145-152.
