Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
Acute Chagas disease in an amazonian municipality
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Demography
Chagas Disease
Epidemiology
Health-Disease Process
Amazon Region

How to Cite

Acute Chagas disease in an amazonian municipality. (2026). Electronic Journal Collection Health, 26(7), e24135. https://doi.org/10.25248/reas.e24135.2026

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To analyze the sociodemographic and epidemiological profile of cases of Acute Chagas Disease (ACD) in the municipality of Abaetetuba, Pará, between 2013 and 2023. Methods: This is a descriptive-analytical time-series study with a quantitative and retrospective approach, based on secondary data from the Brazilian Notifiable Diseases Information System (SINAN). All confirmed cases of ACD during the study period were included (n = 360). The variables analyzed comprised sex, age group, pregnancy, race/ethnicity, educational level, area of residence, and temporal distribution of cases. Descriptive statistical analysis, incidence rate calculation, and chi-square tests were performed, adopting a 5% significance level. Results: An approximately equal distribution between sexes was observed, with a higher frequency among young adults aged 20 to 39 years. Most cases occurred among individuals self-identified as mixed race, with low educational attainment, residing in both rural and urban areas. Temporal analysis revealed marked fluctuations, with epidemic peaks in specific years and months, particularly in 2022, indicating seasonal and outbreak-related patterns. Oral transmission emerged as the predominant route, strongly associated with the açaí production chain. Conclusion: Acute Chagas Disease in Abaetetuba presents a focal epidemiological pattern shaped by socioterritorial, cultural, and environmental determinants. The findings highlight the need for integrated public health strategies encompassing epidemiological surveillance, food safety, health education, and primary health care strengthening to prevent outbreaks and reduce health inequities in the Amazon region.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ALMEIDA VP, et al. Doença de Chagas no Estado do Pará. Revista Eletrônica Acervo Saúde| ISSN, 2178, 2025; 25(5), 1-12.

AMBÉ JGM, et al. Doenças de Chagas: contaminação oral no Brasil entre 2007 a 2023. Revista Aracê, 2026; 8(1), e11694.

BARBOSA SB, et al. Doenças de Chagas aguda nas regiões de saúde do estado do Pará: uma série histórica. Revista Aracê, 2025; 7(7), 38831-38846.

BERNARDES DM. Perfil epidemiológico da doença de chagas nos Estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste no período de 2010 a 2020. Universidade Católica de Santo, Programa de Pós-Graduação (mestrado) em Saúde Coletiva, 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis. Boletim Epidemiológico: Doença de Chagas. Número especial. Brasília: Ministério da Saúde, abr. 2021.

BRASIL LS, et al. Potential geographic displacement of Chagas disease vectors under climate change. Medical and Veterinary Entomology, 2025; 39(4), 709-717.

COURA JR, JUNQUEIRA ACV. Risks of endemicity, morbidity and perspectives regarding the control of Chagas disease in the Amazon Region. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 2021; 107(2), 145-154.

DIAS JCP, et al. II Consenso Brasileiro em doença de Chagas. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2015; 25: 7-86.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 2022: atenção primária à saúde e informações antropométricas. Rio de Janeiro: IBGE, 2023.

MIRANDA DS, et al. Análise espaço-temporal da doença de Chagas e seus fatores de risco ambientais e demográficos no município de Barcarena, Pará, Brasil. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2017; 20(4), 661–672.

MONTEIRO EA, et al. Planejamento em saúde para o controle da Doença de Chagas na Amazônia: uma revisão integrativa. Revista Caderno Pedagógico, 2025; 22(11), 1–21.

PEREIRA-SILVA FS, et al. Doença de Chagas: enfrentando a invisibilidade pela análise de histórias de vida de portadores crônicos. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27(5), 1939–1949.

PINTO JCT, et al. Perfil epidemiológico da Doença de Chagas Aguda na Região Norte do Brasil entre os anos de 2019 e 2020. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2023; 23(7), e13215.

SAMPAIO JHC, et al. Epidemiological profile ofacute Chagas disease in individualsinfectedby oral transmission in northernBrazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2020; 53(53), e20200088.

SANTOS DR, et al. Doença de Chagas: uma revisão integrativa. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2022; 5(10).

SILVA MMC, et al. Estudo epidemiológico dos casos de Doença de Chagas aguda nas cinco grandes regiões do brasil no período 2012 - 2022: comparativo entre as regiões brasileiras. Revista Delos, 2025; 18(70), e6260.

SILVA EFA, WATANABE R. Doença de Chagas e determinantes sociais da saúde: desafios para o serviço social na saúde. Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, 2023; 33(3), 354–358.

SILVA RA, et al. Doença de Chagas e a seguridade social: caracterização da doença no sistema previdenciário e assistencial brasileiro, 2004–2016. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2022; 31(2), e2021115.

VIANA LL, et al. A doença de Chagas no município de Abaetetuba, Pará, Brasil. Revista Brasileira Multidisciplinar, 2020; 23(1), 62–75.