Abstract
Objective: To evaluate the mortality rate due to complications from medical and surgical care among men aged 20 to 59 in the state of Goiás. Methods: A descriptive time-series study using data from the Mortality Information System (SIM), obtained via the Department of Informatics of the Unified Health System (DATASUS) website, covering the period from 2011 to 2021. Mortality rates were calculated per 100,000 inhabitants and analyzed according to age group, education level, and marital status. Results: Forty-two deaths resulting from complications of medical and surgical care were recorded. A higher incidence of deaths was observed among married men aged 50 to 59 with low levels of education. The highest mortality rate occurred in 2018 (0.45/100,000 inhabitants), followed by 2020 (0.39/100,000 inhabitants). Conclusion: The results showed higher mortality rates in 2018 and 2020 among older, married men with lower levels of education, underscoring the need to strengthen patient safety strategies to improve quality of life and the quality of healthcare.
References
ALVES AN, et al. Acesso de primeiro contato na atenção primária: uma avaliação pela população masculina. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2020; 23: e200072.
ANDRADE LA, et al. Spatiotemporal trends in deaths from external causes in Brazil: a 23-year ecological and population-based study. JMIR Public Health and Surveillance, 2025; 11: e68002.
BARROSO F, et al. Guia prático para a segurança do doente. Lousã: Lidel – Edições Técnicas, 2021.
BORGES CCL, et al. Saúde do homem na Atenção Primária: análise das ações governamentais brasileiras no âmbito da promoção da saúde. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2026; 36(1): e360113.
BRASIL. 2009. Portaria nº 1.944, de 27 de agosto de 2009. Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Disponível em: https://bibliotecadigital.dth.api.gov.br/handle/123456789/976. Acessado em: 17 de setembro de 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Investigação de eventos adversos em serviços de saúde. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2013a.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 529, de 1º de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente. Diário Oficial da União, 2013b; Seção 1: 38.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.377, de 9 de julho de 2013. Aprova os Protocolos de Segurança do Paciente. Diário Oficial da União, 2013c; Seção 1: 44.
BRASIL. Ministério da Saúde. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência segura: uma reflexão teórica aplicada à prática. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2017.
BRASIL. 2023. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: eventos adversos. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/relatorios-de-notificacao-dos-estados/eventos-adversos. Acessado em: 17 de setembro de 2026.
BRASIL. 2023. Informações de Saúde – TABNET: estatísticas vitais. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/obt10uf.def. Acessado em: 17 de setembro de 2026.
BRASIL. 2024. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-do-homem. Acessado em: 17 de setembro de 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Gestão de riscos e investigação de eventos adversos relacionados à assistência à saúde. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2025; 120p.
BRENNAN TA, et al. Incidence of adverse events and negligence in hospitalized patients: results of the Harvard Medical Practice Study I. The New England Journal of Medicine, 1991; 324(6): 370-376.
CHOI EY, et al. Comprehensive measurement of the burden of disease due to adverse events: a new analysis of the Cross-Sectional Patient Safety Incident Inquiry. Journal of Korean Medical Science, 2023; 38(43): e337.
DE PAULA CR, et al. Global challenges of health policies aimed at the male population: an integrative review. Acta Paulista de Enfermagem, 2022; 35: eAPE01587.
DE PAULA CR, et al. Mortalidade masculina a partir de condições sensíveis à atenção básica na perspectiva da Política Nacional de Saúde do Homem. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2023; 23(7): e12945.
EMANUEL L, et al. What exactly is patient safety? Journal of Medical Regulation, 2009; 95(1): 13-24.
GOIÁS. 2015. Lei nº 19.034, de 7 de outubro de 2015. Dispõe sobre a implantação da Política Estadual de Atenção Integral à Saúde do Homem no âmbito do Estado de Goiás. Disponível em: https://diariooficial.abc.go.gov.br/portal/visualizacoes/pdf/571/#/p:1/e:571. Acessado em: 5 de fevereiro de 2024.
GOMES R, et al. Por que os homens buscam menos os serviços de saúde do que as mulheres? As explicações de homens com baixa escolaridade e homens com ensino superior. Cadernos de Saúde Pública, 2007; 23(3): 565-574.
GONÇALVES ET, SILVA JJT. Morbimortalidade masculina por causas externas no Brasil: 2009-2018. Revista de Enfermagem UFPE On Line, 2021; 15(2): 1-22.
HENRIKSEN K, et al. Advances in patient safety: new directions and alternative approaches. Rockville: Agency for Healthcare Research and Quality, 2008.
LAURENTI R, et al. Perfil epidemiológico da morbimortalidade masculina. Ciência & Saúde Coletiva, 2005; 10(1): 35-46.
MAIA CS, et al. Notificações de eventos adversos relacionados com a assistência à saúde que levaram a óbitos no Brasil, 2014-2016. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2018; 27(2): e2017320.
MOURA VLL, et al. Caracterização dos óbitos notificados decorrentes de complicações dos cuidados médicos e cirúrgicos. Revista de Enfermagem da UFSM, 2022; 12: e4.
OLIVEIRA DP, et al. Dificuldades de adesão aos cuidados primários à saúde do homem: relato de experiência. Revista Científica Saúde Global, 2023; 1(2): e009.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde: CID-10. 10ª revisão, 7 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2011.
SCHWARZ E, et al. Política de saúde do homem. Revista de Saúde Pública, 2012; 46(Supl. 1): 108-116.
SILVA ACA, et al. A segurança do paciente em âmbito hospitalar: revisão integrativa da literatura. Cogitare Enfermagem, 2016; 21: 1-9.
SUNSHINE JE, et al. Association of adverse effects of medical treatment with mortality in the United States: a secondary analysis of the Global Burden of Diseases, Injuries, and Risk Factors Study. JAMA Network Open, 2019; 2(1): e187041.
TOKUDA RK, et al. Causas de óbitos associadas à cirurgia no estado do Paraná no período de 2012-2021. Arquivos do Mudi, 2023; 27(2): 87-96.
VILLAR VCFL, et al. Segurança do paciente no cuidado hospitalar: uma revisão sobre a perspectiva do paciente. Cadernos de Saúde Pública, 2020; 36: e00223019.
VILLAR VCFL, et al. Incidentes e eventos adversos de segurança do paciente notificados pelos cidadãos no Brasil: estudo descritivo, 2014-2018. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2021; 30(4): e2021005.
